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	<title>Diga Maria! &#187; acompanhamentos</title>
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	<description>Vamos compartilhar receitas e pequenas descobertas do dia-a-dia?!</description>
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		<title>batatas rústicas</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Sep 2010 21:18:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Parece frita. Mas é assada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-2542" href="http://digamaria.com.br/archives/2535/batatas-rusticas-2"><img class="alignnone size-full wp-image-2542" title="batatas rusticas" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/09/batatas-rusticas1.jpg" alt="batatas rusticas" width="650" height="425" /></a></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Minha memória nunca foi motivo de orgulho. Mas de um tempo pra cá tenho percebido que ela funciona bem para alguns assuntos específicos. Comida é um deles. Por isso bastou chegar a hora do jantar e olhar praquelas batatas solitárias pra lembrar dessa receita da Pixu. A vi há quase um ano </span><span style="font-family: verdana;">durante meu passeio diário pelas boas idéias do <a href="http://colunas.casaejardim.globo.com/paodelo/2009/10/20/rustica-e-facil/" target="_blank"><span style="color: #ff6600;">Pão de Ló</span></a></span><span style="font-family: verdana;">. Lembro que fui instantaneamente seduzida pela possibilidade de me apaixonar por uma batata assada tanto quanto por uma frita (é bem verdade que a Pixu não diz exatamente assim, mas assim eu li).<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Lavei e cortei as batatas, com casca mesmo, e as coloquei numa assadeira untada com azeite. Acrescentei dentes de alho (descascados para ficarem crocantes e com casca para virarem uma pastinha), salpiquei pimenta calabresa e sal grosso. Tudo no forno médio, uma olhadinha de vez em quando, uma mexidinha pra dourarem por igual e trinta minutos depois as batatas já estavam lindas, macias e deliciosas. </span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Se ficaram parecidas com as fritas? Na minha opinião ficaram muito melhor por dois motivos: são mais saborosas e muito mais leves. Essa foi a segunda vez que fiz e já planejo uma terceira fornada. </span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><a rel="attachment wp-att-2543" href="http://digamaria.com.br/archives/2535/batatas-rusticas-01"><img class="alignnone size-full wp-image-2543" title="batatas rusticas 01" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/09/batatas-rusticas-01.jpg" alt="batatas rusticas 01" width="650" height="434" /></a><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Gostou? Experimente também e depois me conta o que achou!<br />
</span></p>
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		<title>costelinhas com laranja e barbecue</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 16:37:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Costelinhas assadas no suco de laranja e servidas com molho barbecue e maçãs cozidas. Bem ao estilo Outback!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-2016" href="http://digamaria.com.br/archives/2010/costelinha-com-laranja-e-maca-2"><img class="alignnone size-full wp-image-2016" title="costelinha com laranja e maca" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/07/costelinha-com-laranja-e-maca1.jpg" alt="costelinha com laranja e maca" width="599" height="447" /></a></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Na última ida à Vitória, uma grande amiga da família, </span><span style="font-family: verdana;">a Madá, </span><span style="font-family: verdana;">marcou um jantar na casa dela e me perguntou o que eu gostaria de comer. Não hesitei e declarei &#8220;costelinha!&#8221;. Na noite combinada ela preparou divinas costelinhas cozidas na cerveja preta com batatas e agrião. E pra quem gosta de comida, uma farta mesa é sempre um convite para conversas sobre comida. Foi assim que ela me contou sobre esta receita, comparando-a com as costelinhas do Outback. A essa altura eu já não sabia se salivava pela costelinha que comia ou pela que já planejava fazer.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">De volta pra casa, não tardei a experimentar a nova receita. E</span><span style="font-family: verdana;"> compartilho com vocês as fotos de um almoço saboroso e suculento, </span><span style="font-family: verdana;">com poucos ingredientes, pouco trabalho e uma manhã de forno. Gostou? Então vamos à receita!</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><a rel="attachment wp-att-2017" href="http://digamaria.com.br/archives/2010/costelinha-com-laranja"><img class="alignnone size-full wp-image-2017" title="costelinha com laranja" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/07/costelinha-com-laranja.jpg" alt="costelinha com laranja" width="374" height="500" /></a><br />
</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><span style="font-family: verdana;">Ingredientes (para duas pessoas que comem bem ou três moderadas)<br />
500 g de costela suína<br />
suco de 5 laranjas<br />
sal<br />
pimenta do reino moída na hora<br />
molho barbecue</span></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><span style="font-family: verdana;">para o acompanhamento<br />
<span style="font-family: verdana;">3 maçãs<br />
<span style="font-family: verdana;">açúcar<br />
<span style="font-family: verdana;">1 pau de canela (ou em pó a gosto)<br />
<span style="font-family: verdana;">uma pitada de sal</span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><span style="font-family: verdana;">Modo de fazer<br />
<span style="font-family: verdana;">Coloque a costelinha numa assadeira não muito mais larga que ela, distribua o sal pela carne, salpique um pouco de pimenta do reino e cubra-a com o suco de laranja. Tampe com papel laminado e leve ao forno médio.<br />
<span style="font-family: verdana;">Enquanto isso, descasque as maçãs, corte-as em aproximadamente oito pedaços cada e leve-as ao fogo baixo numa panela pequena com água (quase até cobrí-las), uma pitada de açúcar e outra de sal. Quando a água reduzir pela metade, acerte o sal ou o açúcar, coloque a canela e deixe cozinhar até que a maçã esteja muito macia, quase desmanchando, e a água tenha se transformado numa calda cremosa. Desligue o fogo.<br />
<span style="font-family: verdana;">Mais de uma hora depois, voltemos ao forno. Quando o suco de laranja estiver reduzido ao fundo da assadeira e transformado num molho espesso, retire o papel laminado, espalhe o molho barbecue </span></span></span></span><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;">por cima da costelinha </span></span></span></span></span><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;"><span style="color: #800000;">e volte a assadeira descoberta para o forno por aproximadamente 15 minutos.<br />
</span> <span style="font-family: verdana;"><span style="color: #800000;">Aí é só aquecer as maçãs e levar tudo pra mesa acompanhado de uma salada de folhas verdes.</span><br />
</span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"> </span></p>
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		<title>chucrute com salsicha (ou, comprado pronto mas especial)</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 16:43:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chucrute com salsicha: uma refeição diferente, do supermercado direto pra mesa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1886" href="http://digamaria.com.br/archives/1870/chucrute-com-salsicha-3"><img class="alignnone size-full wp-image-1886" title="chucrute com salsicha" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/06/chucrute-com-salsicha2.jpg" alt="chucrute com salsicha" width="599" height="483" /></a></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Não fui eu que preparei. Mas enquanto me deliciava com esse prato pensava o quão simples pode ser prepará-lo e me pareceu ideal para aqueles dias nos quais queremos comer uma refeição diferente em casa e nos falta inspiração para cozinhar. Todos os ingredientes podem ser comprados prontos e servidos sem demora, bastando esquentá-los. Mas caso você queira dar um toque, há também a possibilidade de personalizar um pouquinho. Vamos aos ingredientes?!<br />
<strong>Salsicha alemã</strong>: é composta por carnes de porco, vaca e, algumas vezes, vitela e é mais saborosa que a salsicha que costumamos consumir no Brasil. Em casa, basta aquecê-la numa frigideira ou forninho elétrico.<br />
<strong>Mostarda</strong>: compre uma de boa qualidade e coloque na mesa para que cada um se sirva na quantidade desejada.<br />
<strong>Chucrute</strong>: trata-se de repolho </span><span style="font-family: verdana;">fermentado e </span><span style="font-family: verdana;">fatiado fininho que pode ser comprado na seção de conservas dos supermercados. O modo de prepará-lo, ensinado pela Martha e pela Ivone, é lavá-lo em água corrente para retirar o excesso de acidez e ir provando; quando estiver bom pro seu paladar, escorra. Para incrementar o sabor a dica é refogá-lo com cebola fatiada e quando estiver quente juntar fatias finas de maçã, desligar o fogo e tampar a panela pra abafá-la um pouco.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><a rel="attachment wp-att-1876" href="http://digamaria.com.br/archives/1870/chucrute"><img class="alignnone size-full wp-image-1876" title="chucrute" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/06/chucrute.jpg" alt="chucrute" width="600" height="392" /></a><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Nesse <a href="http://www.luteranos.com.br/101/oase/receitas/chucrute.htm" target="_blank"><span style="color: #993300;">link aqui</span></a> tem um pouquinho da origem do chucrute e também uma receita para quem animar fazer em casa. E depois volta pra me contar, combinado?!<br />
</span></p>
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		<title>nhoque de batata com manteiga, sálvia e camarões</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 19:11:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[http://www.vamoscozinhar.com.br/Receitas/Italia_Segredo/Gnocchi_Burro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1809" href="http://digamaria.com.br/archives/1799/nhoque-de-batata-01"><img class="alignnone size-full wp-image-1809" title="nhoque de batata 01" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/06/nhoque-de-batata-01.jpg" alt="nhoque de batata 01" width="552" height="412" /></a></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">O nhoque faz parte da minha vida desde a infância. Com avô italiano, minha avó prepara desde sempre um nhoque levíssimo e famoso na família. E provavelmente por tê-lo carinhosamente servido a cada passagem por Muqui, nunca me habilitei a aprender. Mas mudei de estado e a farta mesa da minha vó Lucy ficou mais distante&#8230; E isso me pareceu um sinal de que era hora de saber fazê-lo na minha própria casa! </span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Os italianos dizem que não há medida certa pro nhoque, que temos que &#8220;sentir&#8221; a massa. Mas fiquei um pouco insegura se a parcela de sangue italiano que corre em minhas veias saberia reconhecer esse ponto e tratei de buscar uma receita. Li duas nos meus &#8220;livros de cabeceira&#8221; e uma no <a href="http://www.vamoscozinhar.com.br/Receitas/Italia_Segredo/Gnocchi_Burro" target="_blank">Vamos Cozinhar</a> (que tem um vídeo ótimo ensinando o passo-a-passo). E dessas três saiu a receita que escrevo abaixo.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Foi mais fácil e menos trabalhoso do que eu imaginava. E recomendo como um delicioso programa a quatro mãos, sejam elas amigas ou namoradas. Boa diversão e bom apetite!</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><a rel="attachment wp-att-1811" href="http://digamaria.com.br/archives/1799/nhoque-de-batata-com-camarao-4"><img class="alignnone size-full wp-image-1811" title="nhoque de batata com camarao" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/06/nhoque-de-batata-com-camarao2.jpg" alt="nhoque de batata com camarao" width="550" height="428" /></a><br />
</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><span style="color: #333333;"> </span>Ingredientes para quatro porções (prato principal)<br />
600 gramas de batata asterix<br />
150 gramas de farinha de trigo<br />
80 gramas de queijo parmesão ralado<br />
duas gemas<br />
sal, pimenta do reino e noz moscada a gosto</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Ingredientes para o molho<br />
100 gramas de manteiga<br />
250 gramas de camarão cinza limpo<br />
5 dentes de alho espremidos os picados pequeninos<br />
10 folhas de sálvia<br />
um pouco da água do cozimento do nhoque<br />
algumas gotas de limão<br />
sal a gosto<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Modo de fazer o nhoque<br />
<span style="font-family: verdana;">Coloque as batatas com casca em um panela, cubra-as com água, coloque um pouco de sal e leve ao fogo até que estejam macias (espete um garfo, se entrar com facilidade estão prontas). Escorra a água e tão logo consiga manuseá-las, retire a casca e esprema ou amasse-as. O importante de descascá-las e amassá-las ainda quente é facilitar a evaporação e deixar a batata menos úmida (e assim precisaremos de menos trigo e o nhoque ficará mais leve). Deixe esfriar num tabuleiro ou numa bancada. Misture as gemas, o queijo, o sal,a  pimenta e a noz moscada e, aos poucos, o trigo. Sinta a textura e coloque um pouco mais ou um pouco menos de trigo pois a umidade da batata e do ambiente influenciarão nessa quantidade. Quando a massa estiver homogênea, salpique trigo na bancada de trabalho e com porções pequenas faça cilindros rolando a massa pra frente e pra trás (como as minhocas que fazíamos </span></span><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;">na infância </span></span><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;">com massinha). Corte os cilindros em pedaços de +/- 3 cm e aí estarão seus nhoques! </span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;"><a rel="attachment wp-att-1806" href="http://digamaria.com.br/archives/1799/nhoque-modelando-2"><img class="size-thumbnail wp-image-1806 alignnone" style="border: 1px solid black; margin: 1px;" title="nhoque modelando" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/06/nhoque-modelando1-150x150.jpg" alt="nhoque modelando" width="150" height="150" /></a><em> Foto do livro Chefs &#8211; Segredos e Receitas, da Editora Melhoramentos.</em></span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;">Eu passei no garfo para gerar cavidades que permitem maior aderência do molho. Isso é opcional mas se quiser, faça assim: segure um garfo invertido com uma das mãos; com o polegar da outra mão, pressione o pedaço de massa contra contra os dentes do garfo, ao mesmo tempo rolando a massa para formar estrias e uma concavidade na parte interna.<em> </em><br />
</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;">Agora é colocar a água no fogo com um pouco de sal. Quando levantar fervura, coloque alguns nhoques e espere até que subam à superfície. Retire-os com uma escumadeira e disponha-os numa travessa (eu coloquei no escorredor de macarrão). Quando todos estiverem prontos, reserve um pouco da água do cozimento e vamos ao molho!<br />
Envolva os camarões sem casca e já limpos com o alho espremido e umas gotinhas de limão. Aqueça uma frigideira grande e coloque um pouco de azeite ou manteiga. Acrescente os camarões, conte uns dois minutinhos e vire-os. Retire os camarões da frigideira quando estiverem rosados e reserve. Volte com a frigideira para o fogo baixo, derreta a manteiga e acrescente as folhas de sálvia. Junte um pouco da água do cozimento da massa e observe como a manteiga derrentida se tornará cremosa. Acerte o sal, junte os camarões e coloque o nhoque na frigideira. Envolva-o bem com o molho e sirva em seguida. Na mesa, um bom vinho e queijo parmesão ralado na hora!<br />
</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;">mais massas </span></strong></span></span> <span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;"> </span></strong></span></span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 127px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/575"><img title="6500_1178419748182_1458785193_30494360_4802404_n.jpg" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2009/12/6500_1178419748182_1458785193_30494360_4802404_n.jpg" alt="nhoque de abóbora" width="117" height="85" /></a></strong><p class="wp-caption-text">nhoque de abóbora</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 146px"><span style="color: #808080;"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/84"><img title="pastelparasonia.jpg" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/09/pastelparasonia.jpg" alt="pastel de feira" width="136" height="102" /></a></strong></span><p class="wp-caption-text">pastel de feira</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 108px"><span style="color: #808080;"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/59"><img title="spaguetiallimone.jpg" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/08/spaguetiallimone.jpg" alt="spaghetti al limone" width="98" height="101" /></a></strong></span><p class="wp-caption-text">spaghetti al limone</p></div>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>meu 1º pirão (ou, ah se eu soubesse que era fácil assim&#8230;)</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 15:43:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Cresci comendo moqueca e pirão. Nascida no Rio, cedo já estava de mudança pra Vitória, capital do ES e da moqueca capixaba. E talvez justamente pela grande oferta, acho que nunca vi minha mãe preparando uma moqueca ou um pirão. Consequentemente, nunca preparei na minha cozinha também. Até ontem.
Recebi a visita de uma amiga e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1461" href="http://digamaria.com.br/archives/1455/pirao-3"><img class="alignnone size-full wp-image-1461" title="pirao" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/04/pirao1.jpg" alt="pirao" width="601" height="469" /></a></p>
<p><span style="color: #47260a;"><span style="font-family: verdana;">Cresci comendo moqueca e pirão. Nascida no Rio, cedo já estava de mudança pra Vitória, capital do ES e da moqueca capixaba. E talvez justamente pela grande oferta, acho que nunca vi minha mãe preparando uma moqueca ou um pirão. Consequentemente, nunca preparei na minha cozinha também. Até ontem.</span></span></p>
<p><span style="color: #47260a;"><span style="font-family: verdana;">Recebi a visita de uma amiga e num &#8220;passeio&#8221; pela peixaria ela me disse que gostava mais do pirão que da moqueca em si. Compramos peixe para assar, camarão para farofa e preparamos o jantar. Na hora lembrei de pedir as cabeças e as cascas dos camarões pensando num caldo para alguma coisa. Mas depois daquele comentário decidi fazer um pirão no almoço do dia seguinte. Não segui nenhuma receita acreditando que quem gosta de cozinha e cresceu comendo um prato é capaz de reproduzí-lo. Ainda mais sendo simples assim. : )</span></span></p>
<p><span style="color: #47260a;"><span style="font-family: verdana;">Piquei uma cebola, amassei um dente de alho, refoguei os dois com uma pimenta caiena no azeite e acrescentei as cabeças e as cascas do camarão. Coloquei água para formar um caldo, juntei a cabeça do peixe assado na véspera e sal. Deixei fervendo em fogo baixo e quando o caldo estava reduzido à metade, coei. Voltei o caldo coado para a panela e incrementei com um pouco de peixe desfiado (o mesmo assado na noite anterior). Um pouco mais de fervura e farinha de mandioca! Aí foi só mexer até engrossar. Mas não se empolgue na quantidade de farinha senão ficará muito grosso e a idéia não é essa. Se for sua primeira vez também, vá colocando aos poucos e mexendo. Para finalizar, salsinha e coentro (pra quem gosta) picadinhos. E tá pronto!<br />
</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;">outras delícias do mar:</span></strong></span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;"> </span></strong></span></span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 150px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/408"><img title="peixe-com-farofa-de-banana11.jpg" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2009/10/peixe-com-farofa-de-banana11.jpg" alt="peixe frito" width="140" height="104" /></a></strong><p class="wp-caption-text">peixe frito</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 114px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/88"><img title="peixeassadodabete.jpg?w=222" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/10/peixeassadodabete.jpg?w=222" alt="peixe assado" width="104" height="140" /></a></strong><p class="wp-caption-text">peixe assado</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 167px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/46"><img title="risotodecamarc3a3o01.jpg?w=300" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/08/risotodecamarc3a3o01.jpg?w=300" alt="risoto de camarão" width="157" height="102" /></a></strong><p class="wp-caption-text">risoto de camarão</p></div>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>maionese caseira (ou tempero para mesa e para forno)</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 02:34:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Versão light da maionese caseira, sem ovos e com azeite!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1389" href="http://digamaria.com.br/archives/1367/maionesecaseira-11"><img class="alignnone size-full wp-image-1389" title="maionesecaseira" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/04/maionesecaseira10.jpg" alt="maionesecaseira" width="450" height="579" /></a></p>
<p><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;">Recentemente experimentei fazer <a href="http://digamaria.com.br/archives/1268" target="_self"><span style="color: #808000;">hamburguer e maionese</span></a> caseira sem ovos e com azeite no lugar do óleo. Adorei a versão &#8220;coma com a consciência tranquila&#8221; e quando repeti a produção de hamburguers &#8211; agora de contra filé e linguiça calabresa, repeti também a maionese. Na primeira receita o azeite utilizado foi extra virgem que, apesar de mais saudável, deixou um sabor bastante acentuado. Nesta optei por uma presença mais suave do azeite deixando mais espaço para os temperos &#8211; salsinha, cebolinha e alho cru. E para obter esse resultado utilizei o Azeite virgem da Borges (uma mistura de azeite virgem e refinado). A receita é a mesma: bata no liquidificador meio copo de leite gelado. Continue batendo e pelo buraco da tampa do liquidificador (para o leite não respingar em tudo ao redor) acrescente em fio o azeite. Com muita paciência aguarde o que era líquido se tornar cremoso. Quando atingir a consistência desejada coloque uma pitada de sal e os temperos e bata até incorporá-los. Transfira para outro recipiente e conserve na geladeira até a hora de servir.</span></span></p>
<p><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;">Como a receita rende bastante, quatro ramequins como esse da foto, no dia seguinte dois ainda estavam na geladeira. Então a preguiça de descascar alho e picar cebola alida à vontade de uma novidade me fizeram temperar as sobrecoxas do almoço com a dita maionese. A solução preguiçosa ficou muito saborosa e muito simples de fazer. Foi assim: lavei as sobrecoxas, fiz pequenos furos com a ponta de uma faca, reguei com um pouco de limão e sal e envolvi com a maionese. Coloquei num tabuleiro intercaladas com uma cebola partida em 8 e pedaços de pão dormido, cobri com papel laminado e levei ao forno médio. Quando ficaram macias retirei o papel laminado, juntei algumas rodelas de cenoura já cozida e esperei as sobrecoxas dourarem. E só! Estava pronto num prato único um almoço com carboidrato, proteína e legumes.<br />
</span></span></p>
<p><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;">Quem fizer faça-me o favor de voltar para contar.</span></span></p>
<p><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;">E quem quiser saber mais sobre a diferença entre os azeites e como degustá-los, aqui está o link para o <a style="&quot;font-family:" href="&lt;span style=" target="_blank"><span style="color: #003366;">site da Borges</span></a> onde há uma apostila para download.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;">outras sugestões:</span></strong></span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;"> </span></strong></span></span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 127px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/92"><img title="cheesecake.jpg" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2009/10/cheesecake.jpg" alt="cheesecake de goiabada" width="117" height="72" /></a></strong><p class="wp-caption-text">cheesecake de goiabada</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 121px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/77"><img title="ovoencocotte.jpg?w=300" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/09/ovoencocotte.jpg?w=300" alt="ovo en cocotte" width="111" height="90" /></a></strong><p class="wp-caption-text">ovo en cocotte</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 171px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/76"><img title="frangocompao.jpg" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2009/09/frangocompao.jpg" alt="frango assado com pão" width="161" height="90" /></a></strong><p class="wp-caption-text">frango assado com pão</p></div>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>torta de bacalhau (ou quando a semana deixou de ser santa, ou nada se perde tudo se transforma)</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 00:46:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ 
Feriado + visitas + amor pela cozinha = comilança. 
Final de feriado + casa sem as visitas = muitas pequenas sobras. 
Para equilibrar essas duas equações basta um pouco de criatividade. E com esse espírito comecei a semana e o dia de hoje foi recheado de reaproveitamentos deliciosos!
O primeiro foi resultado de um bacalhau [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1320" href="http://digamaria.com.br/archives/1317/torta-de-bacalhau-01"><img class="alignnone size-full wp-image-1320" title="torta de bacalhau 01" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/04/torta-de-bacalhau-01.jpg" alt="torta de bacalhau 01" width="602" height="361" /></a><span style="color: #993300;"> </span></p>
<p><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">Feriado + visitas + amor pela cozinha = comilança. </span><br />
<span style="font-family: verdana;">Final de feriado + casa sem as visitas = muitas pequenas sobras. </span></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">Para equilibrar essas duas equações basta um pouco de criatividade. E com esse espírito comecei a semana e o dia de hoje foi recheado de reaproveitamentos deliciosos!</span></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">O primeiro foi resultado de um bacalhau cozido que almoçamos ontem e de um peixe assado que jantamos antes de ontem. Sobrou uma farta posta do primeiro e um pequeno pedaço do segundo. Lembrei então da Torta Capixaba, famosa no Espírito Santo e sempre presente na mesa dos capixabas na Semana Santa. É certo que a <span style="color: #333300;"><a href="http://correiogourmand.com.br/receitas_sal_245.htm" target="_blank">receita original</a></span>* leva camarão, siri e sururu, além do bacalhau. Mas tudo bem, essa daqui é só uma versão inspirada nela e nem se dignou a ser assada numa panela de barro.</span></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">O segundo reaproveitamento foi no jantar de hoje e em breve estará aqui num novo post! Espero que gostem e que entrem no clima do &#8220;nada se perde, tudo se transforma&#8221;!<br />
</span></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">(*) Esse link é para uma das muitas versões da receita da Torta Capixaba. Nessa os ingredientes são cozidos juntos mas em outras faz-se uma moquequinha com cada um dos mariscos para só depois juntá-los.</span></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;"><a rel="attachment wp-att-1321" href="http://digamaria.com.br/archives/1317/torta-de-bacalhau-02"><img class="alignnone size-full wp-image-1321" title="torta de bacalhau 02" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/04/torta-de-bacalhau-02.jpg" alt="torta de bacalhau 02" width="499" height="216" /></a><br />
</span></span></p>
<p><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;">Ingredientes (para duas pessoas)<br />
uma posta de bacalhau já cozido e temperado<br />
sobras de outro peixe já cozido e temperado (aqui usei uns 150 g de namorado)<br />
3 ovos<br />
1 cebola<br />
2 dentes de alho<br />
azeitonas a gosto<br />
sal e azeite a gosto</span></span></p>
<p><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;">Modo de fazer<br />
<span style="font-family: verdana;">Desfie os peixes. Corte a cebola em rodelas grossas e reserve a metade para decoração. Reserve também algumas azeitonas. Pique a outra metade da cebola e refogue no azeite. Acrescente o alho e em seguida o peixe desfiado e azeitonas picadas. Mexa um pouco, acerte o sal, desligue o fogo e deixe esfriar. Bata as claras em neve e reserve. Bata as gemas até se tornarem cremosas e com delicadeza junte as claras em neve. Misture dois terços dos ovos batidos ao refogado e transfira para uma panela de barro ou forma refratária. Cubra com o restante dos ovos, decore com as rodelas de cebola e azeitonas e leve ao forno médio/alto. Quando estiver bem dourada retire do forno e sirva.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;">mais peixes:</span></strong></span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;"> </span></strong></span></span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 103px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/88"><img title="peixeassadodabete.jpg?w=222" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/10/peixeassadodabete.jpg?w=222" alt="peixe assado" width="93" height="125" /></a></strong><p class="wp-caption-text">peixe assado</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 132px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/408"><img title="peixe-com-farofa-de-banana11.jpg" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2009/10/peixe-com-farofa-de-banana11.jpg" alt="peixe frito" width="122" height="91" /></a></strong><p class="wp-caption-text">peixe frito</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/1214"><img title="sardinha1.jpg" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/03/sardinha1.jpg" alt="sardinha na pressão" width="150" height="78" /></a></strong><p class="wp-caption-text">sardinha na pressão</p></div>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>hamburguer I (ou uma declaração de amor aos amigos)</title>
		<link>http://digamaria.com.br/archives/1268</link>
		<comments>http://digamaria.com.br/archives/1268#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 18:20:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aqui está um hamburguer saboroso!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1274" href="http://digamaria.com.br/archives/1268/hamburguer-01-2"><img class="alignnone size-full wp-image-1274" title="hamburguer 01" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/03/hamburguer-011.jpg" alt="hamburguer 01" width="600" height="473" /></a></p>
<p><span style="color: #003366;"><span style="font-family: verdana;">Tudo começou com a notícia da aquisição de uma fritadeira. Estávamos num desses deliciosos encontros entre amigos (praticamente mensais, agora) quando a Lud anunciou que havia comprado uma fritadeira. Amigas solícitas que somos, Aline e eu prontamente nos oferecemos para testar a dita cuja. E para o teste pensamos numa batata frita, que logo nos lembrou do seu companheiro hamburguer que na mesma hora nos sussurou &#8220;não esqueçam de trazer a maionese&#8221;. A partir daí bastou marcar a data e todos compareceram pontualmente: nós, os maridos, mais amigos e todos os ingredientes.<br />
</span></span></p>
<p><span style="color: #003366;"><span style="font-family: verdana;">Havíamos preparado e congelado os bifes na noite anterior. No dia seguinte abrimos uma garrafa de vinho tinto, brindamos e mãos à obra! Começamos batendo a maionese sem ovos e sem óleo, enquanto os homens descascavam as batatas. Na sequência elas foram cortadas, colocadas numa panela com água e sal, levadas ao fogo até levantar fervura e escorridas. Arrumamos a mesa com pães, queijos, presunto, molho barbecue, salada e batata palha. Colocamos a chapa para aquecer e a batata para fritar; e à medida que os bifes chegavam ao ponto (ligeramente mal-passados por dentro) cada um ia montando seu sanduíche. E assim o domingo seguiu com um, dois ou três hambuerguers por pessoa. E assim seguimos nós, por horas a fio, aproveitando da maneira mais alegre e saudável possível nosso tempo livre, convivendo com quem gostamos, vibrando a cada pequena descoberta e tornando únicos esses sabores &#8211; em parte pela motivação e pelas &#8220;boas mãos&#8221; que temos pra cozinha, mas, sobretudo, pelo privilégio que temos, e usufruímos, de compartilhar sem medidas essas qualidades uns com os outros.<br />
</span></span></p>
<p><span style="color: #003366;"><span style="font-family: verdana;">Obrigada, queridos, pelo domingo; obrigada pela nossa história.</span></span></p>
<p><span style="color: #003366;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span><a rel="attachment wp-att-1275" href="http://digamaria.com.br/archives/1268/hamburguer-04"><span style="color: #3e1c08;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span></a><span style="color: #003366;"><span style="font-family: verdana;"> <a rel="attachment wp-att-2348" href="http://digamaria.com.br/archives/1268/hamburguer-05"><img class="alignnone size-full wp-image-2348" title="hamburguer 05" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/03/hamburguer-05.jpg" alt="hamburguer 05" width="600" height="288" /></a><br />
</span></span></p>
<p><span style="color: #3e1c08;"><span style="font-family: verdana;">Ingredientes para o hamburguer (rende uns 8 bons bifes)<br />
500 gr de contra-filé ou fraldinha<br />
500 gr de picanha<br />
1 ovo<br />
1/2 pacote de sopa de cebola ou cebola picadinha<br />
alho espremido<br />
um fio de azeite<br />
um pouco de molho inglês</span></span><span style="color: #3e1c08;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span><br />
<span style="color: #3e1c08;"><span style="font-family: verdana;"> sal e pimenta do reino a gosto</span></span></p>
<p><span style="color: #3e1c08;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span><span style="color: #3e1c08;"><span style="font-family: verdana;">Modo de fazer<br />
Escolha as carnes buscando as peças que tenham uma capa de gordura mais fina. Peça ao açogueiro para moê-las juntas. Em casa, misture a carne moída com os demais ingredientes. Prove e acerte o tempero. Com auxílio de um aro redondo, ou sem, molde os bifes de hamburg</span></span><span style="color: #3e1c08;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span><span style="color: #3e1c08;"><span style="font-family: verdana;">uer prensando-os bem. Envolva induvidualmente os bifes em filme plástico ajustando-o bem à carne (deixando o bife apertadinho). Leve ao congelador. Na hora de consumí-los basta aquecer uma chapa/frigideira/grelha numa temperatura média e colocar o bife.</span></span></p>
<p><span style="color: #3e1c08;"><span style="font-family: verdana;"><a rel="attachment wp-att-1276" href="http://digamaria.com.br/archives/1268/hamburguer-02"><img class="alignnone size-full wp-image-1276" title="hamburguer 02" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/03/hamburguer-02.jpg" alt="hamburguer 02" width="450" height="327" /></a><br />
</span></span></p>
<p><span style="color: #3e1c08;"><span style="font-family: verdana;">Ingredientes para a maionese<br />
1/2 xícara de leite gelado<br />
1 xícara de azeite (acho que o ideal é usar um azeite com sabor mais neutro)<br />
sal e temperos a gosto (usamos salsinha e cebolinha)</span></span></p>
<p><span style="color: #3e1c08;"><span style="font-family: verdana;">Modo de fazer<br />
Coloque o leite gelado no liquidificador e bata um pouco. Abra a tampinha do liquidificador e acrescente aos poucos o azeite (em fio). Tenha paciência e observe atentamente para não perder o momento mágico no qual o líquido se torna creme bem diante dos seus olhos. Acrescente uma pitada de sal e os temperos que quiser batendo até que sejam incorporados à maionese. Leve à geladeira por alguns minutos antes de servir.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;">outros sanduíches:</span></strong></span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;"> </span></strong></span></span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 154px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/49"><img title="atumesalada.jpg?w=300" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/08/atumesalada.jpg?w=300" alt="sanduíche de atum" width="144" height="83" /></a></strong><p class="wp-caption-text">sanduíche de atum</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 131px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/47"><img title="croque.jpg" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/02/croque.jpg" alt="croque monsieur" width="121" height="83" /></a></strong><p class="wp-caption-text">croque monsieur</p></div>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>pastel do Português, por Maria, Lud e Aline</title>
		<link>http://digamaria.com.br/archives/1194</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 14:09:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma adaptação, ao acaso e menos gordurosa, ao famoso pastel do Português.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1195" href="http://digamaria.com.br/archives/1194/pastel-do-portugues-01"><img class="alignnone size-full wp-image-1195" title="pastel do portugues 01" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/03/pastel-do-portugues-01.jpg" alt="pastel do portugues 01" width="552" height="468" /></a></p>
<p><span style="font-family: verdana;">No início do ano publiquei um <span style="color: #993300;"><a href="http://digamaria.com.br/archives/899">post</a></span> com a receita do pastel do Português, um clássico de Iriri, sul do estado do Espírito Santo. Em posse dessa preciosidade e na boa companhia de duas amigas tão fãs quanto eu do dito pastel, não tardamos em reproduzí-lo na nossa própria cozinha. Batemos a massa, deixamos descansar como manda a receita e partimos para os primeiros pasteizinhos. Antes mesmo de experimentá-los notamos que o aspecto estava mais parecido com o pastel de feira que com aquele lisinho servido pelo Manoel Português. Mas na primeira mordida sentimos aquela textura macia que nos era tão familiar. Acertamos! Mas por que a diferença no aspecto&#8230;? Pensamos e resolvemos repassar os ingredientes:</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">- farinha<br />
<span style="font-family: verdana;">- ok<br />
<span style="font-family: verdana;">- ovos<br />
<span style="font-family: verdana;">- ok<br />
<span style="font-family: verdana;">- manteiga<br />
<span style="font-family: verdana;">- ok<br />
<span style="font-family: verdana;">- leite morno<br />
<span style="font-family: verdana;">- ok<br />
- fermento<br />
- ok<br />
<span style="font-family: verdana;">- óleo<br />
<span style="font-family: verdana;">- eu não coloquei óleo! tem na receita?</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Parecia que tínhamos descoberto o motivo da massa não ter ficado lisinha. Mas para nossa surpresa e felicidade, quando abrimos e fritamos a segunda rodada de pastéis lá estavam eles, com o mesmo sabor e a mesma aparência, lisinhos e super recheados. E com 1/2 copo americano a menos de óleo! Ou seja, ao que tudo indica,a  diferença estava apenas no tempo de descanso da massa.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Segue então a receita que fizemos. Ah, originalmente eles são mais clarinhos que os da foto (basta fritar por menos tempo)!</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><a rel="attachment wp-att-1199" href="http://digamaria.com.br/archives/1194/pastel-do-portugues-02-2"><img class="alignnone size-full wp-image-1199" title="pastel do portugues 02" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/03/pastel-do-portugues-021.jpg" alt="pastel do portugues 02" width="288" height="286" /></a><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Ingredientes (para 8 pastéis grandes ou vários pequenos)<br />
1 Kg de farinha de trigo<br />
2 ovos<br />
1 colher de sopa de manteiga<br />
2 copos (americanos) de leite morno<br />
1 colher de sal<br />
50 g de fermento fresco<br />
recheio de sua preferência (nós fizemos dois tipos, um de queijo e outro de siri)</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Modo de fazer<br />
<span style="font-family: verdana;">Nós batemos na panificadora, no ciclo &#8220;massa&#8221;. Mas para fazer na mão é simples: num recipiente plástico misture os ovos, a manteiga, o fermento e o leite morno. Quando o fermento estiver dissolvido, acrescente aos poucos o trigo. O ponto certo da massa é quando ela começar a soltar do fundo da tigela. Cubra com um pano de prato e deixe descansar por 40 minutos. Abra a massa (quanto mais fina melhor), recheie, corte e frite em óleo quente.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Dica da amiga Melina para a temperatura do óleo: para saber a temperatura ideal do óleo basta ter um pedacinho de erva fresca (pode ser cebolina, salsinha, hortelã, etc&#8230;); espere esquentar um pouco o óleo e coloque a folhinha. Se ela estalar está perfeito. Se não, espere até ela fazer aquela borbulhinha na folhinha!</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;"><span style="font-family: verdana;">outros pastéis</span></span></strong></span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span></strong></span></span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 116px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/84"><img title="pastelparasonia.jpg?w=300" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/09/pastelparasonia.jpg?w=300" alt="pastel de feira" width="106" height="79" /></a></strong><p class="wp-caption-text">pastel de feira</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 183px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/899"><img title="pastel-com-moqueca1-300x113.jpg" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/01/pastel-com-moqueca1-300x113.jpg" alt="pastel do português (receita original)" width="173" height="63" /></a></strong><p class="wp-caption-text">pastel do português (receita original)</p></div>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>spaghetti de atum, salsa e limão</title>
		<link>http://digamaria.com.br/archives/1168</link>
		<comments>http://digamaria.com.br/archives/1168#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 15:42:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta é uma das receitas mais práticas e saborosas que conheço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #4b354c;"><span style="font-family: verdana;">Esta semana mudo de casa e de ares. Boa hora para aproveitar e esvaziar os armários de coisas que já não me servem e para usar tudo o que está na despensa há um mês ou há um ano.</span></span></p>
<p><span style="color: #4b354c;"><span style="font-family: verdana;">Foi com esse espírito que ontem olhei para uma latinha de atum com validade até 2013 mas já há alguns meses ali na prateleira esquecida. O talharim que ganhei de presente, o finzinho de azeite na grande garrafa verde e os cinco dentes de alho solitários sobre a mesa da cozinha não deixaram dúvidas sobre o jantar praquela noite fria: spaghetti de atum, salsa e limão, da Revista Blue Cooking*. Bastou comprar a salsinha e em pouco tempo saboreamos esta receita que, desde que a conheci, elegi como uma das mais saborosas e práticas.</span></span></p>
<p><span style="color: #4b354c;"><span style="font-family: verdana;"><a rel="attachment wp-att-1178" href="http://digamaria.com.br/archives/1168/macarrao-com-atum-bluecooking-2"><img class="alignnone size-full wp-image-1178" title="macarrao com atum bluecooking" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/03/macarrao-com-atum-bluecooking1.jpg" alt="macarrao com atum bluecooking" width="615" height="457" /></a><br />
</span></span></p>
<p><span style="color: #4b354c;"><span style="font-family: verdana;">Além do sabor que me conquistou tanto na versão crua, enlatada ou assada, esse peixe é apontado como o mais importante na história do homem, sendo uma excelente fonte de proteínas, vitaminas e minerais. Para os interessados, publico alguns links: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1989/conteudo_111672.shtml" target="_blank"><span style="color: #993300;">um pouco de história</span></a>, <a href="http://www.saudenalata.com.br/saud_nutri.html" target="_blank"><span style="color: #993300;">informações sobre suas propriedades</span></a> e <a href="http://www.conservasdamaso.com/Propriedades_atum.html" target="_blank"><span style="color: #993300;">comparativos com outras fontes de proteína animal</span></a>.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Ingredientes (para 4 pessoas, ligeiramente modificados por mim)<br />
250 g de espaguete (nesse caso usei talharim)<br />
9 colheres de sopa de azeite (eu uso mais)<br />
1 cebola bem picada<br />
4 dentes de alho fatiados bem fino<br />
1 pimenta malagueta sem semente bem picada (às vezes uso pimenta caiena seca)<br />
2 latas de atum escorrido<br />
suco de 1 limão pequeno<br />
1/2 xícara de chá de salsinha fresca picada<br />
uma pitada de sal</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Modo de fazer (aproximadamente 20 minutos)<br />
Coloque no fogo a panela de água com sal para o espaguete. Quando ferver, proceda de acordo com as instruções da embalagem.<br />
Enquanto isso, aqueça numa frigideira em fogo médio metade do azeite. Coloque a cebola e o alho. Em seguida acrescente a pimenta e, antes que estejam dourados, junte o atum, o sal, o suco do limão e a salsinha. Quando o espaguete estiver pronto, escorra, volte com ele para a panela e envolva-o com o restante do azeite e com a mistura do atum por cerca de 1 minuto.<br />
Sirva com parmesão ralado.</span></span></p>
<p><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;"><span style="color: #4b354c;">(*) Colecionável n°9, página 15.</span><br />
</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;"><span style="font-family: verdana;">outras massas</span></span></strong></span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span></strong></span></span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 125px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/46"><img title="risotodecamarc3a3o01.jpg?w=300" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/08/risotodecamarc3a3o01.jpg?w=300" alt="risoto de camarão" width="115" height="74" /></a></strong><p class="wp-caption-text">risoto de camarão</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 115px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/59"><img title="spaguetiallimone.jpg?w=291" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/08/spaguetiallimone.jpg?w=291" alt="spaghetti al limone" width="105" height="107" /></a></strong><p class="wp-caption-text">spaghetti al limone</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 107px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/1088"><img title="massa-caseira-molho-funghi1.jpg" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/02/massa-caseira-molho-funghi1.jpg" alt="massa caseira com molho funghi" width="97" height="90" /></a></strong><p class="wp-caption-text">massa caseira com molho funghi</p></div>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>pappardelle com molho funghi</title>
		<link>http://digamaria.com.br/archives/1088</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 10:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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Comecei 2010 inaugurando uma nova fase na minha cozinha, a das massas caseiras. Fiz o ravioli para testar e senti tanta satisfação ao comer uma massa feita pelas minhas próprias mãos que não tardei em repetir a experiência. Foi num domingo que decidi almoçar esse pappardelle com molho funghi. É bem verdade que passei boas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1113" href="http://digamaria.com.br/archives/1088/massa-caseira-molho-funghi-2"><img class="alignnone size-full wp-image-1113" title="massa caseira molho funghi" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/02/massa-caseira-molho-funghi1.jpg" alt="massa caseira molho funghi" width="610" height="746" /></a></p>
<p><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;">Comecei 2010 inaugurando uma nova fase na minha cozinha, a das massas caseiras. Fiz o ravioli para testar e senti tanta satisfação ao comer uma massa feita pelas minhas próprias mãos que não tardei em repetir a experiência. </span></span><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;"><span id="more-1088"></span></span></span><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;">Foi num domingo que decidi almoçar esse pappardelle com molho funghi. É bem verdade que passei boas horas na cozinha; mas fiz três receitas, abri e cortei a massa à mão e além do que consumi no dia ainda sequei e congelei o restante para levar para os meus pais. </span></span></p>
<p><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;">A massa ficou rústica e porosa, ideal para absorver bem o molho. Mas não consigo descrever aqui o sabor e a leveza&#8230; quando penso nessa massa me faltam adjetivos ao mesmo tempo que afloram dois sentimentos: </span></span><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;">orgulho e satisfação. Acho que é a parcela de sangue italiano que há em mim festejando o retorno às suas raízes.</span></span></p>
<p><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;">Apesar dessa ascendência, confesso que enquanto cortava a massa não sabia que produzia um pappardelle e por isso resolvi pesquisar o nome desse que me pareceu um talharim duplicado na largura. Achei a classificação dos tipos e formatos no site da <a href="http://www.abima.com.br/eam_formatos.html#formatos" target="_blank"><span style="color: #333333;">Abima</span></a> e como esse tipo de informação nunca é demais, compartilho o link com vocês.</span></span></p>
<p><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;">Quanto ao molho, eu simplesmente amo funghi. De uns tempos para cá, toda vez que pedia esse molho numa cantina solicitava ao garçom um pedacinho de limão e acrescentava algumas gotas. Então na hora de preparar o meu próprio molho não tive dúvidas sobre torná-lo ligeiramente cítrico e, para o meu gosto, ficou perfeito. Este é um prato que certamente repetirei muitas vezes!</span></span></p>
<p><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;">E se você quer mais informações sobre massas, sugiro esses dois links com textos da revista Blue Cooking que publiquei há algum tempo: <a href="http://digamaria.com.br/archives/78" target="_self"><span style="color: #808000;">como cozinhar</span></a> e <a href="http://digamaria.com.br/archives/79" target="_self"><span style="color: #808000;">como comprar</span></a>.<br />
</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"> </span></p>
<p><span style="color: #45552f;"><span style="font-family: verdana;">Ingredientes para a massa (receita para dois)<br />
165 g de farinha de trigo<br />
2 ovos<br />
1/2 colher de chá de sal<br />
uma pitada de pimenta do reino moída na hora (opcional)<br />
uma pitada de noz moscada moída (opcional)</span></span></p>
<p><span style="color: #45552f;"><span style="font-family: verdana;">Modo de fazer<br />
Para misturar a massa eu coloquei na panificadora, no ciclo massa. Mas não tem mistério misturar na mão: numa superfície de trabalho (uma bancada, por exemplo) despeje a farinha, o sal e os temperos e abra um buraco no meio onde caibam os ovos. Quebre os ovos nesse espaço e bata ligeiramente com um garfo. Aos poucos, e com cuidado para o ovo não escapar, vá incorporando pequenas quantidades de farinha. Trabalhe a massa com os dedos até que esteja homogênea. Se precisar, acrescente um pouco mais de trigo pois o tamanho dos ovos varia. Considerei o ponto certo quando a massa deixou de grudar nas minhas mãos mas ainda permanecia úmida. Trabalhe a massa até que esteja lisa e elástica (5-8 minutos), embrulhe-a em filme plástico e deixe-a descansar em temperatura ambiente por no mínimo 30 minutos e no máximo 2 horas.</span><span style="font-family: verdana;"> Desembrulhe a massa, corte-a ao meio e embrulhe novamente uma das metades. Posicione a outra metade sobre uma superfície lisa ligeiramente esfarinhada. Deslize o rolo de macarrão pela massa, sempre de dentro para fora, sem pressionar demais. Vá girando a massa e continue até formar um círculo; estique-a o máximo possível. Coloque-a sobre uma toalha de mesa limpa e repita a operação com a outra metade.<br />
Posicione a massa aberta na superfície de trabalho e corte-a em tiras. Pendure as tiras para secar. Se não for cozinhar na hora, coloque o macarrão novamente sobre uma toalha de mesa limpa, salpique um pouco de farinha de trigo e deixe secando. Depois de seca (fica durinha) a massa pode ser congelada num recipiente bem fechado (eu coloquei em um desses sacos plásticos para cozinha).</span></span></p>
<p><span style="color: #45552f;"><span style="font-family: verdana;"><a rel="attachment wp-att-1112" href="http://digamaria.com.br/archives/1088/massa-caseira01"><img class="alignnone size-full wp-image-1112" title="massa caseira01" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/02/massa-caseira01.jpg" alt="massa caseira01" width="500" height="650" /></a></span></span></p>
<p><span style="color: #45552f;"><span style="font-family: verdana;">Ingredientes para o molho<br />
25 g de funghi secchi<br />
1/4 de uma cebola pequena picadinha ou ralada<br />
1 colher de sopa de manteiga<br />
150 ml de vinho branco<br />
250 ml de creme de leite fresco<br />
4 colheres de sopa de suco de limão<br />
5 castanhas-do-pará picadas<br />
sal a gosto</span></span></p>
<p><span style="color: #45552f;"><span style="font-family: verdana;">Modo de fazer<br />
Ferva o vinho e utilize-o para hidratar os cogumelos deixando-os de molho por 30 minutos. Escorra e reserve o líquido. Pique ou triture os cogumelos. Aqueça uma panela com a manteiga, refogue a cebola e acrescente os cogumelos e as castanhas picadas. Junte o vinho (com os resíduos do cogumelo), abaixe o fogo e deixe reduzir um pouco. Misture o creme de leite e o suco do limão, mexa um pouco, acerte o sal e desligue. Deixe os sabores curtindo enquanto cozinha a massa.<br />
Aqueça água com sal e quando ferver coloque a massa. Mexa de vez em quando com um garfo para não grudar e observe o ponto de cozimento: a massa deve estar macia e firme. Aqueça o molho, junte a massa e transfira-os para uma travessa. Sirva com parmesão em lascas ou ralado.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;"><span style="font-family: verdana;">a mesma base, outro sabor</span></span></strong></span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span></strong></span></span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 115px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/838"><img title="ravioli-de-banana.jpg" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/01/ravioli-de-banana.jpg" alt="ravioli de banana" width="105" height="91" /></a></strong><p class="wp-caption-text">ravioli de banana</p></div>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>R$10 de salmão</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 11:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para aproveitar ao máximo um filé de salmão, que tal uma refeição com ceviche, sashimi e "salmão skin"?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: verdana;"><a rel="attachment wp-att-1032" href="http://digamaria.com.br/archives/1025/salmao-variacoes-5"><img class="alignnone size-full wp-image-1032" title="salmao variacoes" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/02/salmao-variacoes4.jpg" alt="salmao variacoes" width="590" height="497" /></a></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"> </span><span style="font-family: verdana;">Semana passada, enquanto caminhava para casa depois das compras de hortifruti, me questionei sobre o porquê de nunca ter usado a pele do salmão já que gosto tanto de &#8220;salmão skin&#8221;. É bem verdade que esse é um gosto recente, mas não entendi como pedia para o peixeiro retirar a pele e não a levava para casa. Continuei caminhando e outros pensamentos gentilmente pediram passagem deixando este para trás.</span><br />
<span style="font-family: verdana;"> Horas depois, num passeio pela internet, encontrei um blog chamado <a href="http://blog.saborsonoro.com.br/" target="_blank"><span style="color: #c14d00;">Saborsonoro</span></a> cujo post do dia falava exatamente do aproveitamento que se faz do peixe na culinária japonesa. E nesse post, o Marcel contava como assou a pele do salmão após ter tido pena de jogá-la fora. Coincidência, não? E não dava para desperdiçar! Compartilhei &#8220;o acontecido&#8221; com o Marcel e tratei de salvar a receita. E hoje foi o dia de colocá-la em prática!</span><br />
<span style="font-family: verdana;"> Comprei um pedaço de salmão que custou R$10. Enquanto o peixeiro separava a pele da carne, eu observava cheia de idéias o corte dos sashimis expostos para venda. Em casa reproduzi o corte da melhor maneira que consegui. As fatias que não ficaram boas viraram cubinhos para um ceviche e a pele se transformou numa casquinha crocante que cobri com arroz, cebolinha e molho teriyaki feito na hora.<br />
Apresento, e sugiro para vocês, esse jantar com três variações </span><span style="font-family: verdana;">do salmão, acompanhadas de saladinha verde.<br />
Não estou apta a ensinar como cortar sashimi, mas procurei para vocês e posto<span style="color: #cc5100;"> <a href="http://www.cozinhajaponesa.com.br/v04/interna01_conteudo.asp?c=454&amp;s=34" target="_blank"><span style="color: #666699;">aqui</span></a> </span>o link para um vídeo que explica o passo-a-passo. No mais, confie na sua capacidade de improviso, como confiei na minha. O ceviche, o molho e a pele crocante estão descritos abaixo. Ah, e o tempo de preparo não foi maior que 30 minutos!</span></p>
<p><span style="color: #c14d00;"><span style="font-family: verdana;">Ingredientes para o ceviche, sashimi e pele crocante<br />
250 g de salmão fresco (retirar e separar a pele)<br />
suco de 1/2 limão (pode ser o siciliano, que é mais suave, ou o taiti)<br />
um pouquinho de cebola picada<br />
um pouquinho de pimenta picada (usei caiena)<br />
gengibre ralado ou em pedacinhos pequenos<br />
um fio de azeite<br />
sal a gosto</span></span></p>
<p><span style="color: #c14d00;"><span style="font-family: verdana;">Ceviche<br />
Corte o salmão em cubos pequenos, misture a pimenta e a cebola picadinhas, o fio de azeite e regue com limão até envolver todo o peixe (mas sem exagero pro sabor não roubar a cena). Leve para a geladeira por aproximadamente 30 minutos. Retire um pouquinho antes de servir e acrescente o sal.</span></span></p>
<p><span style="color: #c14d00;"><span style="font-family: verdana;">Skin<br />
Corte a pele em quadrados ou retêngulos num tamanho bom para uma única mordida. Coloque num tabuleiro e leve ao forno alto por aproximadamente 15 minutos ou até que estejam crocantes. Fique de olho para não queimar!</span><span style="font-family: verdana;"> Se a pele estiver com um pouco de carne, não faz mal; fica gostoso, com uma textura mais macia.<br />
Eu servi arroz e cebolinha porque era o que tinha na geladeira; o Marcel usou broto de alfafa. </span></span></p>
<p><span style="color: #c14d00;"><a rel="attachment wp-att-1037" href="http://digamaria.com.br/archives/1025/salmao-skin-3"><img class="alignnone size-full wp-image-1037" title="salmao skin" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/02/salmao-skin2.jpg" alt="salmao skin" width="466" height="343" /></a></span></p>
<p><span style="color: #c14d00;"><span style="font-family: verdana;">Para o teriyaki<br />
1/2 xícara de shoyu<br />
suco de uma laranja<br />
125 g de açúcar amarelo (demerara)<br />
1 colher de chá de gengibre ralado<br />
50 ml de saquê (opcional)<br />
um fio de óleo</span></span></p>
<p><span style="color: #c14d00;"><span style="font-family: verdana;">Modo de fazer<br />
Numa panela ou frigideira, aqueça o óleo e frite o gengibre ralado. Junte o açúcar e o shoyu. Quando o açúcar estiver dissolvido, acrescente o suco da laranja e o saquê. Abaixe o fogo e deixe ferver discretamente até se tornar um caldo grosso (que quando esfria ganha consistência caramelada).</span></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><span style="font-family: verdana;"><strong>mais salmão, budião e ceviche<br />
</strong></span></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 108px"><a href="http://digamaria.com.br/archives/60"><img title="salmaocomlaranja02.jpg" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/08/salmaocomlaranja02.jpg" alt="salmão com laranja" width="98" height="73" /></a><p class="wp-caption-text">salmão com laranja</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 148px"><a href="http://digamaria.com.br/archives/74"><img title="restaurantelodecharlie.jpg" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/09/restaurantelodecharlie.jpg" alt="Charlie e o ceviche" width="138" height="89" /></a><p class="wp-caption-text">Charlie e o ceviche</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 131px"><a href="http://digamaria.com.br/archives/408"><img title="peixe-com-farofa-de-banana11.jpg" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2009/10/peixe-com-farofa-de-banana11.jpg" alt="peixe assado" width="121" height="89" /></a><p class="wp-caption-text">peixe assado</p></div>
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		<title>pão de azeite e azeitonas</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 10:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Receita selecionada pelos Azeites Borges. Este pão é leve e perfeito para um lanche ou para ser servido como entrada acompanhado de um bom azeite.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span></p>
<p><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span></p>
<p><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;">RECEITA VENCEDORA do concurso &#8220;Vamos trocar receitas? 2&#8243; promovido pelos Azeites Borges. </span></span></p>
<p><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span></p>
<p><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span></p>
<p><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span></p>
<p><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-958" title="pao de azeite e azeitona 01" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/01/pao-de-azeite-e-azeitona-012.jpg" alt="pao de azeite e azeitona 01" width="575" height="447" /></p>
<p><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;">O que para alguns é apenas uma receita, para outros é a base para muitas receitas. Esse pão é um exemplo. Ele era aquele pão doce do <a href="http://digamaria.com.br/archives/911" target="_self"><span style="color: #808000;">post anterior</span></a>, mas de tanto que gostei, ele se multiplicou e originou um pão salgado.</span></span></p>
<p><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;">Mas o que mais me impressionou ao imaginar uma versão salgada é que meu primeiro pensamento tenha sido um pão com azeitonas. Nunca gostei de azeitonas. Até que meu paladar começou a se transformar; rapidamente. De poucas coisas eu não gostava; agora desgosto de quase nada. E o melhor, que percebo somente agora enquanto escrevo, é que essa mudança me aproximou de alimentos saudáveis, como a azeitona e o azeite, e me distanciou dos fast food, dos enlatados, dos refrigerantes&#8230; </span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><span style="color: #333300;">Sugiro então abrirmos um vinho, partirmos esse pão, passá-lo num bom azeite e brindarmos às boas transformações que, felizmente, estão ao alcance de todos nós!</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><img class="alignnone size-full wp-image-959" title="pao de azeite e azeitona 02" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/01/pao-de-azeite-e-azeitona-021.jpg" alt="pao de azeite e azeitona 02" width="575" height="421" /><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Ingredientes (o ideal é que todos estejam à temperatura ambiente)<span style="color: #333333;"> </span><br />
2 colheres de sopa de azeite (usei o Borges </span><span style="font-family: verdana;">Extra Virgem</span><span style="font-family: verdana;">)<br />
1/3 de xícara  de chá de leite<br />
1/4 de xícara de chá de água<br />
15 g de fermento fresco<br />
1 colher de sopa de açúcar granulado<br />
1 ovo<br />
2 1/4 de xícara de chá de farinha de trigo<br />
2 colheres de chá de sal<br />
1 colher de sopa de azeitona triturada</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Para o recheio<br />
azeitonas trituradas (usei 200 g em toda a receita; antes de utilizá-las, coloque sobre papel toalha para absorver a umidade)<br />
azeite</span><span style="font-family: verdana;"> para untar </span><span style="font-family: verdana;">(usei o Borges que contém azeite v</span><span style="font-family: verdana;">irgem e refinado</span><span style="font-family: verdana;">)</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Para pincelar e cobrir<br />
uma gema<br />
leite<br />
flor de sal ou sal grosso<br />
azeitonas em rodelas</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Modo de fazer<br />
<span style="text-decoration: underline;">Na panificadora</span>, reserve as azeitonas e coloque todos os ingredientes (úmidos primeiro, secos s seguir), escolha o ciclo pão caseiro com a opção assar desativada. Depois que bater, descansar, bater, descansar, siga para o passo rechear.<br />
<span style="text-decoration: underline;">Na mão</span>, misture primeiro os ingredientes secos e em seguida os úmidos. Trabalhe a massa, deixe descansar, sove, deixe descansar um pouco mais e siga para o passo rechear.<br />
Considerei o ponto certo da massa aquele tênue limite no qual ela desgruda das mãos mas ainda gruda um pouquinho, sabe?!<br />
Acenda o forno a 180-200 graus e deixe pré-aquecendo.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><img class="alignnone size-full wp-image-960" title="pao de azeite e azeitona 03" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/01/pao-de-azeite-e-azeitona-032.jpg" alt="pao de azeite e azeitona 03" width="366" height="259" /><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"> </span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Para rechear, unte uma superfície com azeite e abra a massa com um rolo untado formando um retângulo. Pincele com azeite e distribua as azeitonas trituradas. Enrole bem apertadinho como um rocambole e coloque numa assadeira untada com óleo. Cubra com um pano de prato limpo e deixe crescer por aproximadamente 40 minutos, ou até dobrar de tamanho.<br />
Misture a gema</span><span style="font-family: verdana;"> </span><span style="font-family: verdana;">(confere uma cor dourada e brilhante) com um pouco de leite (deixa a casca macia e com tom amarronzado) e pincele cuidadosamente a massa crescida. Polvilhe flor de sal ou sal grosso e decore com azeitonas em fatia. Leve ao formo por aproximadamente 30 minutos. Se quiser, um pouco antes de retirar o pão, pincele o restante da mistura de leite e gema. Quando assado, retire do forno e deixe esfriar sobre uma grade.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Dica: para saber se o pão está assado, vire-o sobre a mão coberta com um pano de prato e dê umas batidinhas (como quem faz “toc toc toc”). Se o som for oco o pão está completamente assado.<br />
E se não tiver ovo em casa, basta acrescentar mais uma colher de sopa de azeite e um pouquinho (pouquinho mesmo) mais de água.<br />
</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;"><br />
<span style="font-family: verdana;">outros pães</span></span></strong></span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"> </span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 120px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/61"><img title="paoitaliano02.jpg" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/08/paoitaliano02.jpg?w=300" alt="pão italiano" width="110" height="98" /></a></strong><p class="wp-caption-text">pão italiano</p></div>
<p><span style="font-family: verdana;"> </span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 144px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/350"><img title="focaccia+02+pq.jpg" src="http://1.bp.blogspot.com/_HHPWHMriSx0/Snnw8MjNYPI/AAAAAAAAAH8/_4yR5V7Q2PI/s320/focaccia+02+pq.jpg" alt="focaccia" width="134" height="99" /></a></strong><p class="wp-caption-text">focaccia</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="font-family: verdana;"> </span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 116px"><strong><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/51"><img title="paodeaipim.jpg" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/08/paodeaipim.jpg?w=300" alt="pão de aipim" width="106" height="100" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">pão de aipim</p></div>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>pastel do Português, Iriri/ES</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 02:22:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Receita do famoso pastel do Português, um clássico de Iriri, balneário no sul do Espírito Santo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">Olá, queridos leitores! </span></span><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">Provavelmente em função da matéria exibida pela Rede Gazeta</span></span><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">, percebi que muitas pessoas estão buscando aqui a receita do pastel de Iriri, o famoso pastel do Português. </span></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">Assim como muitos de vocês, eu também fiquei eufórica com a possibilidade de reproduzir em casa esse pastel delicioso cujo sabor faz parte da minha infância. E por isso cliquei até achá-la já que não pude assistir o programa! </span></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">Segue abaixo a receita exibida hoje no <a href="http://gazetaonline.globo.com/index.php?id=/local/tv_gazeta/escomunidade/index.php" target="_blank"><span style="color: #333333;">ES Comunidades</span></a>. E quem quiser notícias de quando eu a fizer e publicar com fotos aqui no blog, basta enviar um e-mail para diga@digamaria.com.br e eu avisarei.</span></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;"><a href="http://digamaria.com.br/archives/773"><img class="alignnone size-medium wp-image-903" title="pastel com moqueca" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/01/pastel-com-moqueca1-300x113.jpg" alt="pastel com moqueca" width="300" height="113" /></a><br />
</span></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">Além da receita, aqui tem um <a href="http://digamaria.com.br/archives/773" target="_self"><span style="color: #333333;">post</span></a> que escrevi recentemente sobre o restaurante do Português.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Ingredientes para 8 pastéis grandes<br />
1 Kg de farinha de trigo<br />
2 ovos<br />
1 colher de sopa de margarina<br />
2 copos (americanos) de leite morno<br />
1 colher de sal<br />
50 g de fermento fresco<br />
1/2 copo de óleo<br />
recheio de sua preferência (eles servem de carne, queijo e presunto, camarão e camarão com queijo; eu prefiro de queijo!!)</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Modo de fazer<br />
Num recipiente plástico misture os ovos, a margarina, o fermento, o leite morno e o óleo. Quando o fermento estiver dissolvido, acrescente aos poucos o trigo. O ponto certo da massa é quando ela começar a soltar do fundo da tigela. Cubra com um pano de prato e deixe descansar por 20-30 minutos. Abra a massa, recheie, corte e frite em óleo quente.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Dica da amiga Melina para a temperatura do óleo: uma boa tática </span><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">para saber a temperatura ideal do óleo </span><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">é ter um pedacinho de erva fresca [pode ser cebolina, salsinha, hortelã, etc...]; espere esquentar um pouco o óleo e coloque a folhinha. Se ela estalar está perfeito. Se não, espere até ela fazer aquela borbulhinha na folhinha!</span></span></p>
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		<title>ravioli de banana da terra</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 02:18:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Que tal uma deliciosa massa caseira para um dia especial? Este ravioli pode ser servido como prato principal ou acompanhando carnes ou peixe.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-870" title="ravioli de banana" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/01/ravioli-de-banana.jpg" alt="ravioli de banana" width="438" height="285" /></p>
<p><span style="color: #800000;"><span style="font-family: verdana;">Recentemente visitei minha avó e suas estórias de cozinha. Além de muito afeto essa visita me rendeu o fascínio por ter um pequeno galinheiro &#8211; não pelas galinhas mas sim pelos ovos &#8211; e o desejo de fazer macarrão em casa. Não conheci seu quintal nos tempos produtivos mas com frequência ouço as estórias das galinhas ao molho pardo e dos macarrões preparados por ela todo santo domingo, sempre seguidos de doce de figo verde recém-colhido. Contam inclusive que nesses almoços meu avô comia, sozinho, um frango inteiro! Perguntei pela antiga máquina de abrir massa, aposentada depois de muitos e muitos anos de uso, e escutei minha vó dizer &#8220;aquela eu dei pra alguém que já nem lembro, mas manda orçar uma e me diz quanto custa&#8221;. Ri com a resposta, um pouco pela maneira como foi dita, um tanto pelo carinho e orgulho contidos nela ao ver uma neta se interessando por atividades tão pouco comuns nos dias atuais. Concordei em olhar o preço mas ponderei que apesar de adorar máquinas na cozinha, antes eu queria a certeza de que realmente a usaria.<br />
De volta para casa, não tardei em adentrar na cozinha com farinha, ovos, banana da terra e vinho. Do meu livro companheiro, Chefs &#8211; Segredos e Receitas, veio a receita da massa; da cabeça e do apetite vieram o recheio e o molho. O processo foi uma delícia: amassar, abrir com rolo de macarrão, fazer e colocar o recheio, cortar&#8230; Uns minutinhos de suspense durante o cozimento e logo eu estava à mesa sendo surpreendida por uma massa leve e saborosa, em perfeita harmonia com o recheio de banana, o molho de vinho e as lascas de parmesão. Eu não imaginava que seria fácil e nem tampouco que acertaria na primeira tentativa. Mas assim foi.<br />
<em> </em></span></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><span style="font-family: verdana;"><em>- Vó, vou orçar e lhe aviso!</em></span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><em><br />
</em></span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Receita para dois.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Ingredientes para a massa (livro Chefs, receita assinada por Michele Romano)<br />
165 g de farinha de trigo<br />
2 ovos<br />
1/2 colher de chá de sal</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Ingredientes para o recheio<br />
uma banana da terra grande ou 2 pequenas<br />
um fio de azeite<br />
duas pitadinhas de flor de sal<br />
uma pitada de pimenta do reino</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Ingredientes para o molho (sem medidas mesmo, fui colocando e experimentando)<br />
vinho tinto<br />
vinho do Porto<br />
mel<br />
manteiga<br />
sal<br />
castanhas do Pará picadinhas<br />
um pouquinho de água<br />
lascas de parmesão para finalizar</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Modo de fazer<br />
Cozinhe a banana da terra. Escorra a água</span></span><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">, aguarde esfriar um pouco, descasque e amasse a banana da terra com um garfo. Acrescente o azeite, o sal e a pimenta.</span></span><br />
<span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"> Para misturar a massa eu coloquei na panificadora, no ciclo massa. Mas não tem mistério misturar na mão: numa superfície de trabalho (uma bancada, por exemplo) despeje a farinha e o sal e abra um buraco no meio onde caibam os ovos. Quebre os ovos nesse espaço e bata ligeiramente com um garfo. Aos poucos, e com cuidado para o ovo não escapar, vá incorporando pequenas quantidades de farinha. Trabalhe a massa com os dedos até que esteja homogenea. Se precisar, acrescente um pouco mais de trigo pois o tamanho dos ovos varia. Eu utilizei uns cinco punhadinhos a mais de farinha e considerei o ponto certo quando a massa deixou de grudar nas minhas mãos mas ainda permanecia úmida. Trabalhe a massa até que esteja lisa e elástica (5-8 minutos), embrulhe-a em filme plástico e deixe-a descansar em temperatura ambiente por no mínimo 30 minutos e no máximo 2 horas.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><img class="alignnone size-full wp-image-877" title="massa bola" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/01/massa-bola3.jpg" alt="massa bola" width="395" height="230" /><br />
</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><em><span style="font-family: verdana;">Esses pontinhos são temperos que usei: raspas de casca de limão e pimenta do reino.</span></em></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Desembrulhe a massa, corte-a ao meio e embrulhe novamente uma das metades. Posicione a outra metade sobre uma superfície lisa ligeiramente esfarinhada. Deslize o rolo de macarrão pela massa, sempre de dentro para fora, sem pressionar demais. Vá girando a massa e continue até formar um círculo; estique-a o máximo possível. Coloque-a sobre uma toalha de mesa limpa e repita a operação com a outra metade.<br />
</span><span style="font-family: verdana;">Posicione a massa aberta na superfície de trabalho e marque levemete os intervalos para corte. Coloque o recheio no meio de cada marca e, com cuidado, coloque por cima a outra metade. Acerte a massa pressionando-a levemente ao lado das áreas recheadas e com o auxílio de um cortador próprio corte a massa (como eu usei cortadores de biscoito, dei uma pressionadinha nas bordas só pra me certificar que não abririam durante o cozimento).<br />
Para armazenar até a hora do cozimento, forre um tabuleiro, tábua ou prato com filme plástico e sobre ele disponha as massas cortadas. Cubra com outra camada de filme plástico e outra de massa, terminando com o plástico. Vede as laterias e mantenha na geladeira até a hora do cozimento.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><img class="alignnone size-full wp-image-871" title="ravioli de banana guardar" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/01/ravioli-de-banana-guardar.jpg" alt="ravioli de banana guardar" width="380" height="270" /><br />
</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Na hora de preparar, coloque uma panela com bastante água e sal para ferver e retire a massa da geladeira.<br />
Enquanto isso, misture os ingredientes do molho noutra panela e deixe ferver em fogo bem baixinho. Quando chegar à consistência desejada, apague o fogo e acerte o tempero.<br />
Voltando à panela com água, quando atingir a fervura, coloque a massa. Fique atento pois a massa fresca cozinha mais rápido. Escorra, junte o molho e sirva com lascas de parmesão.<br />
</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Dicas: Se a massa estiver muito úmida, acrescente aos poucos farinha de trigo. Se estiver muito seca, molhe as mãos e continue trabalhando a massa; será mais fácil incorporar água assim do que colocando direto sobre a massa.<br />
Na hora do cozimento o ideal é não adicionar óleo ou azeite à água pois eles envolvem a massa dificultando a absorção do molho. Para a massa não grudar basta mexer de vez em quando com um garfo ao longo do cozimento.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;">outras massas<br />
</span></strong></span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;"> </span></strong></span></span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 127px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/575"><img title="6500_1178419748182_1458785193_30494360_4802404_n.jpg" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2009/12/6500_1178419748182_1458785193_30494360_4802404_n.jpg" alt="nhoque de abóbora" width="117" height="85" /></a></strong><p class="wp-caption-text">nhoque de abóbora</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 146px"><span style="color: #808080;"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/84"><img title="pastelparasonia.jpg" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/09/pastelparasonia.jpg" alt="pastel de feira" width="136" height="102" /></a></strong></span><p class="wp-caption-text">pastel de feira</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 108px"><span style="color: #808080;"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/59"><img title="spaguetiallimone.jpg" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/08/spaguetiallimone.jpg" alt="spaghetti al limone" width="98" height="101" /></a></strong></span><p class="wp-caption-text">spaghetti al limone</p></div>
<p><strong> </strong></p>
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