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	<title>Diga Maria! &#187; restaurantes</title>
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	<description>Vamos compartilhar receitas e pequenas descobertas do dia-a-dia?!</description>
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		<title>a Casa da Li</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 13:15:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A revista Gosto ainda não estava nas bancas quando começaram no Twitter os elogios à Casa da Li. Não sabia do que se tratava, mas os dias passavam, os elogios aumentavam e não tardei a me inteirar sobre o assunto. Mas quando se trata de comida, textos e fotos não são suficientes para formar opinião. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;">A revista Gosto ainda não estava nas bancas quando começaram no Twitter os elogios à Casa da Li. Não sabia do que se tratava, mas os dias passavam, os elogios aumentavam e não tardei a me inteirar sobre o assunto. Mas quando se trata de comida, textos e fotos não são suficientes para formar opinião. Então, depois de </span><span style="font-family: verdana;">salivar com as imagens e</span><span style="font-family: verdana;"> ler que se tratava de uma rotisserie que serve almoço, intimei meu marido, grande companheiro de mesa, e nos dirigimos à Rua Aspicuelta, 23. </span></span></p>
<p><a rel="attachment wp-att-2380" href="http://digamaria.com.br/archives/2351/casa-da-li-porchetta-02"><img class="alignnone size-full wp-image-2380" title="Casa da Li porchetta 02" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Casa-da-Li-porchetta-02.jpg" alt="Casa da Li porchetta 02" width="565" height="381" /></a><br />
<span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;"><span style="color: #888888;"><em>porchetta, a grande estrela</em></span><br />
</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;">Lá fomos recebidos pela própria Li que com toda sua simpatia nos informou as opções do dia. Escolhemos porchetta e lasanha. Começamos com uma saladinha delicadamente temperada, daquelas que a gente sente o frescor e a boa procedência no </span></span><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;">sabor das verduras</span></span><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;">. Em seguida chegou uma bela lasanha e a famosa porchetta. Lindas. Comecei pela carne e não pude evitar um suspiro seguido de um agradecimento explícito à Li. Enquanto isso, Antonio experimentava a massa e, pela primeira vez em sua vida, elogiava uma lasanha</span></span><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;">que não fosse feita pela família</span></span><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;">. </span></span></p>
<p><a rel="attachment wp-att-2362" href="http://digamaria.com.br/archives/2351/casa-da-li-ravioli-de-abobora"><img class="alignnone size-full wp-image-2362" title="Casa da Li ravioli de abobora" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Casa-da-Li-ravioli-de-abobora.jpg" alt="Casa da Li ravioli de abobora" width="565" height="374" /></a><br />
<em><span style="color: #888888;"><span style="font-family: verdana;">ravióli de abóbora</span></span></em></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;">Terminamos a refeição repletos de uma felicidade que não se sente todo dia. De fato aquele era um lugar especial.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;">Duas horas depois, o que poderia ser uma comida pesada já havia sido tão bem digerida que eu queria mais. O sabor daquela porchetta povoava meu pensamento e enchia a minha boca d&#8217;água (tal como agora enquanto escrevo este post). E no dia seguinte lá estávamos nós, começando tudo de novo! Dessa vez com porchetta, nhoque, ravióli, uma </span></span><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;">inigualável </span></span><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;">beringela curtida e batatas que servem de cama para a porchetta.<br />
</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;"><a rel="attachment wp-att-2364" href="http://digamaria.com.br/archives/2351/casa-da-li-nhoque-decor-e-frango-2"><img class="alignnone size-full wp-image-2364" title="Casa da Li nhoque decor e frango" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Casa-da-Li-nhoque-decor-e-frango1.jpg" alt="Casa da Li nhoque decor e frango" width="600" height="125" /></a></span></span><br />
<span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;"><em><span style="color: #888888;">nhoque delicadíssimo, doces portugueses e o famoso frango marinado por dias</span></em><br />
</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Vale ressa</span><span style="font-family: verdana;">ltar que não se trata de um restaurante. O nome já diz tudo, é como se estivéssemos sendo recebidos na Casa da própria Li, onde há sempre panelões no fogo em sua cozinha totalmente exposta para quem quiser contemplá-la. O cardápio não é fixo, afinal o que </span><span style="font-family: verdana;">hoje </span><span style="font-family: verdana;">está fresco na feira ou no açougue pode não estar amanhã; e se hoje faz calor amanhã pode estar frio e certamente haverá uma sopa mais encorpada para </span><a rel="attachment wp-att-2364" href="http://digamaria.com.br/archives/2351/casa-da-li-nhoque-decor-e-frango-2"></a><span style="font-family: verdana;">aquecer o dia. Para ter uma idéia do quanto você vai pagar, aí vão algumas informações: quiche com saladinha </span><span style="font-family: verdana;">R$15, sopa com pão italiano R$8, menu completo durante a semana (saladinha ou sopa+brasileirinho ou carne ou massa+sobremesa) R$23, </span><span style="font-family: verdana;">rabada com polenta ou cabrito com terrine de brócolis </span><span style="font-family: verdana;">R$35. E por aí vai&#8230; E se quiser saber mais, vai lá experimentar que eu tenho certeza que será muito mais prazeroso que ler este post!</span><a rel="attachment wp-att-2364" href="http://digamaria.com.br/archives/2351/casa-da-li-nhoque-decor-e-frango-2"></a></p>
<p><a rel="attachment wp-att-2383" href="http://digamaria.com.br/archives/2351/casa-da-li-salada-porchetta-e-batatas-2"><img class="alignnone size-full wp-image-2383" title="Casa da Li salada porchetta e batatas" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Casa-da-Li-salada-porchetta-e-batatas1.jpg" alt="Casa da Li salada porchetta e batatas" width="600" height="119" /></a><br />
<span style="font-family: verdana;"><em><span style="color: #888888;">saladinha, mais porchetta e sua caminha de batatas</span></em><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Casa da Li<br />
(11) 3871-1002<br />
Rua Aspicuelta, 23, Vila Madalena, São Paulo<br />
Funciona de 2ª à sábado das 11h às 19h e aos domingos das 11h às 16h</span></p>
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		<title>costelinhas com laranja e barbecue</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 16:37:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Costelinhas assadas no suco de laranja e servidas com molho barbecue e maçãs cozidas. Bem ao estilo Outback!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-2016" href="http://digamaria.com.br/archives/2010/costelinha-com-laranja-e-maca-2"><img class="alignnone size-full wp-image-2016" title="costelinha com laranja e maca" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/07/costelinha-com-laranja-e-maca1.jpg" alt="costelinha com laranja e maca" width="599" height="447" /></a></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Na última ida à Vitória, uma grande amiga da família, </span><span style="font-family: verdana;">a Madá, </span><span style="font-family: verdana;">marcou um jantar na casa dela e me perguntou o que eu gostaria de comer. Não hesitei e declarei &#8220;costelinha!&#8221;. Na noite combinada ela preparou divinas costelinhas cozidas na cerveja preta com batatas e agrião. E pra quem gosta de comida, uma farta mesa é sempre um convite para conversas sobre comida. Foi assim que ela me contou sobre esta receita, comparando-a com as costelinhas do Outback. A essa altura eu já não sabia se salivava pela costelinha que comia ou pela que já planejava fazer.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">De volta pra casa, não tardei a experimentar a nova receita. E</span><span style="font-family: verdana;"> compartilho com vocês as fotos de um almoço saboroso e suculento, </span><span style="font-family: verdana;">com poucos ingredientes, pouco trabalho e uma manhã de forno. Gostou? Então vamos à receita!</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><a rel="attachment wp-att-2017" href="http://digamaria.com.br/archives/2010/costelinha-com-laranja"><img class="alignnone size-full wp-image-2017" title="costelinha com laranja" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/07/costelinha-com-laranja.jpg" alt="costelinha com laranja" width="374" height="500" /></a><br />
</span></p>
<p><span style="color: #800000;"><span style="font-family: verdana;">Ingredientes (para duas pessoas que comem bem ou três moderadas)<br />
500 g de costela suína<br />
suco de 5 laranjas<br />
sal<br />
pimenta do reino moída na hora<br />
molho barbecue</span></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><span style="font-family: verdana;">para o acompanhamento<br />
<span style="font-family: verdana;">3 maçãs<br />
<span style="font-family: verdana;">açúcar<br />
<span style="font-family: verdana;">1 pau de canela (ou em pó a gosto)<br />
<span style="font-family: verdana;">uma pitada de sal</span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="color: #800000;"><span style="font-family: verdana;">Modo de fazer<br />
<span style="font-family: verdana;">Coloque a costelinha numa assadeira não muito mais larga que ela, distribua o sal pela carne, salpique um pouco de pimenta do reino e cubra-a com o suco de laranja. Tampe com papel laminado e leve ao forno médio.<br />
<span style="font-family: verdana;">Enquanto isso, descasque as maçãs, corte-as em aproximadamente oito pedaços cada e leve-as ao fogo baixo numa panela pequena com água (quase até cobrí-las), uma pitada de açúcar e outra de sal. Quando a água reduzir pela metade, acerte o sal ou o açúcar, coloque a canela e deixe cozinhar até que a maçã esteja muito macia, quase desmanchando, e a água tenha se transformado numa calda cremosa. Desligue o fogo.<br />
<span style="font-family: verdana;">Mais de uma hora depois, voltemos ao forno. Quando o suco de laranja estiver reduzido ao fundo da assadeira e transformado num molho espesso, retire o papel laminado, espalhe o molho barbecue </span></span></span></span><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;">por cima da costelinha </span></span></span></span></span><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;"><span style="color: #800000;">e volte a assadeira descoberta para o forno por aproximadamente 15 minutos.<br />
</span> <span style="font-family: verdana;"><span style="color: #800000;">Aí é só aquecer as maçãs e levar tudo pra mesa acompanhado de uma salada de folhas verdes.</span><br />
</span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"> </span></p>
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		<title>pastel do Português, por Maria, Lud e Aline</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 14:09:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma adaptação, ao acaso e menos gordurosa, ao famoso pastel do Português.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1195" href="http://digamaria.com.br/archives/1194/pastel-do-portugues-01"><img class="alignnone size-full wp-image-1195" title="pastel do portugues 01" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/03/pastel-do-portugues-01.jpg" alt="pastel do portugues 01" width="552" height="468" /></a></p>
<p><span style="font-family: verdana;">No início do ano publiquei um <span style="color: #993300;"><a href="http://digamaria.com.br/archives/899">post</a></span> com a receita do pastel do Português, um clássico de Iriri, sul do estado do Espírito Santo. Em posse dessa preciosidade e na boa companhia de duas amigas tão fãs quanto eu do dito pastel, não tardamos em reproduzí-lo na nossa própria cozinha. Batemos a massa, deixamos descansar como manda a receita e partimos para os primeiros pasteizinhos. Antes mesmo de experimentá-los notamos que o aspecto estava mais parecido com o pastel de feira que com aquele lisinho servido pelo Manoel Português. Mas na primeira mordida sentimos aquela textura macia que nos era tão familiar. Acertamos! Mas por que a diferença no aspecto&#8230;? Pensamos e resolvemos repassar os ingredientes:</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">- farinha<br />
<span style="font-family: verdana;">- ok<br />
<span style="font-family: verdana;">- ovos<br />
<span style="font-family: verdana;">- ok<br />
<span style="font-family: verdana;">- manteiga<br />
<span style="font-family: verdana;">- ok<br />
<span style="font-family: verdana;">- leite morno<br />
<span style="font-family: verdana;">- ok<br />
- fermento<br />
- ok<br />
<span style="font-family: verdana;">- óleo<br />
<span style="font-family: verdana;">- eu não coloquei óleo! tem na receita?</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Parecia que tínhamos descoberto o motivo da massa não ter ficado lisinha. Mas para nossa surpresa e felicidade, quando abrimos e fritamos a segunda rodada de pastéis lá estavam eles, com o mesmo sabor e a mesma aparência, lisinhos e super recheados. E com 1/2 copo americano a menos de óleo! Ou seja, ao que tudo indica,a  diferença estava apenas no tempo de descanso da massa.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Segue então a receita que fizemos. Ah, originalmente eles são mais clarinhos que os da foto (basta fritar por menos tempo)!</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><a rel="attachment wp-att-1199" href="http://digamaria.com.br/archives/1194/pastel-do-portugues-02-2"><img class="alignnone size-full wp-image-1199" title="pastel do portugues 02" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/03/pastel-do-portugues-021.jpg" alt="pastel do portugues 02" width="288" height="286" /></a><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Ingredientes (para 8 pastéis grandes ou vários pequenos)<br />
1 Kg de farinha de trigo<br />
2 ovos<br />
1 colher de sopa de manteiga<br />
2 copos (americanos) de leite morno<br />
1 colher de sal<br />
50 g de fermento fresco<br />
recheio de sua preferência (nós fizemos dois tipos, um de queijo e outro de siri)</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Modo de fazer<br />
<span style="font-family: verdana;">Nós batemos na panificadora, no ciclo &#8220;massa&#8221;. Mas para fazer na mão é simples: num recipiente plástico misture os ovos, a manteiga, o fermento e o leite morno. Quando o fermento estiver dissolvido, acrescente aos poucos o trigo. O ponto certo da massa é quando ela começar a soltar do fundo da tigela. Cubra com um pano de prato e deixe descansar por 40 minutos. Abra a massa (quanto mais fina melhor), recheie, corte e frite em óleo quente.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Dica da amiga Melina para a temperatura do óleo: para saber a temperatura ideal do óleo basta ter um pedacinho de erva fresca (pode ser cebolina, salsinha, hortelã, etc&#8230;); espere esquentar um pouco o óleo e coloque a folhinha. Se ela estalar está perfeito. Se não, espere até ela fazer aquela borbulhinha na folhinha!</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;"><span style="font-family: verdana;">outros pastéis</span></span></strong></span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span></strong></span></span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 116px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/84"><img title="pastelparasonia.jpg?w=300" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/09/pastelparasonia.jpg?w=300" alt="pastel de feira" width="106" height="79" /></a></strong><p class="wp-caption-text">pastel de feira</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 183px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/899"><img title="pastel-com-moqueca1-300x113.jpg" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/01/pastel-com-moqueca1-300x113.jpg" alt="pastel do português (receita original)" width="173" height="63" /></a></strong><p class="wp-caption-text">pastel do português (receita original)</p></div>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>pastel do Português, Iriri/ES</title>
		<link>http://digamaria.com.br/archives/899</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 02:22:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Receita do famoso pastel do Português, um clássico de Iriri, balneário no sul do Espírito Santo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">Olá, queridos leitores! </span></span><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">Provavelmente em função da matéria exibida pela Rede Gazeta</span></span><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">, percebi que muitas pessoas estão buscando aqui a receita do pastel de Iriri, o famoso pastel do Português. </span></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">Assim como muitos de vocês, eu também fiquei eufórica com a possibilidade de reproduzir em casa esse pastel delicioso cujo sabor faz parte da minha infância. E por isso cliquei até achá-la já que não pude assistir o programa! </span></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">Segue abaixo a receita exibida hoje no <a href="http://gazetaonline.globo.com/index.php?id=/local/tv_gazeta/escomunidade/index.php" target="_blank"><span style="color: #333333;">ES Comunidades</span></a>. E quem quiser notícias de quando eu a fizer e publicar com fotos aqui no blog, basta enviar um e-mail para diga@digamaria.com.br e eu avisarei.</span></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;"><a href="http://digamaria.com.br/archives/773"><img class="alignnone size-medium wp-image-903" title="pastel com moqueca" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/01/pastel-com-moqueca1-300x113.jpg" alt="pastel com moqueca" width="300" height="113" /></a><br />
</span></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">Além da receita, aqui tem um <a href="http://digamaria.com.br/archives/773" target="_self"><span style="color: #333333;">post</span></a> que escrevi recentemente sobre o restaurante do Português.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Ingredientes para 8 pastéis grandes<br />
1 Kg de farinha de trigo<br />
2 ovos<br />
1 colher de sopa de margarina<br />
2 copos (americanos) de leite morno<br />
1 colher de sal<br />
50 g de fermento fresco<br />
1/2 copo de óleo<br />
recheio de sua preferência (eles servem de carne, queijo e presunto, camarão e camarão com queijo; eu prefiro de queijo!!)</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Modo de fazer<br />
Num recipiente plástico misture os ovos, a margarina, o fermento, o leite morno e o óleo. Quando o fermento estiver dissolvido, acrescente aos poucos o trigo. O ponto certo da massa é quando ela começar a soltar do fundo da tigela. Cubra com um pano de prato e deixe descansar por 20-30 minutos. Abra a massa, recheie, corte e frite em óleo quente.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Dica da amiga Melina para a temperatura do óleo: uma boa tática </span><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">para saber a temperatura ideal do óleo </span><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">é ter um pedacinho de erva fresca [pode ser cebolina, salsinha, hortelã, etc...]; espere esquentar um pouco o óleo e coloque a folhinha. Se ela estalar está perfeito. Se não, espere até ela fazer aquela borbulhinha na folhinha!</span></span></p>
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		<title>pastel com moqueca</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 19:31:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Talvez você tenha pensado que essa combinação é coisa de paulista. Mas não; é coisa de português!
Tradicionalíssimo entre os frequentadores de Iriri/ES, o restaurante do Manoel, o Português, serve a mais farta moqueca que já comi. Chegou em Iriri há décadas para trabalhar como pedreiro. Anos depois abriu com seu irmão uma portinha para vender [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-781" title="pastel com moqueca" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/01/pastel-com-moqueca.jpg" alt="pastel com moqueca" width="555" height="209" /></p>
<p><span style="color: #003300;"><span style="font-family: verdana;">Talvez você tenha pensado que essa combinação é coisa de paulista. Mas não; é coisa de português!</span></span></p>
<p><span style="color: #003300;"><span style="font-family: verdana;">Tradicionalíssimo entre os frequentadores de Iriri/ES, o restaurante do Manoel, o Português, serve a mais farta moqueca que já comi. Chegou em Iriri há décadas para trabalhar como pedreiro. Anos depois abriu com seu irmão uma portinha para vender comida e em pouco tempo edificou pelas próprias mãos o hotel onde hoje funciona o restaurante. Nas paredes, banners, quadros, freezers e uma pequena TV (que sempre pergunto se pode ser desligada) convivem em relativa harmonia. O ambiente abafado cercado de janelas, refrescado por ventiladores de teto e habitado por móveis de madeira escura não deve ser analisado, mas sim vivido. Com as mesas sempre cheias, mas raramente com fila de espera, somos atendidos logo ao sentar. Uma folha de papel branco é colocada sobre a toalha vermelha e o cardápio nos é ofertado. Além de moquecas e peixe frito há a opção de refeições com carne de boi, de frango e de porco, além de omelete. Todas são boas, mas não gastamos tempo com as letrinhas, repetindo sempre a mesma pergunta: &#8220;qual peixe está especial?&#8221;. Robalo, badejo ou dourado, uma dessas opções, ou as três, certamente estará vistosa e fresca.</span><br />
</span> <span style="color: #cc6600;"><span style="font-family: verdana;"><span style="color: #003300;">Pedido feito, em menos de cinco minutos os pastéis e a salada já estão à nossa frente. E esse é sempre o primeiro e maravilhoso indício que o restante já se encontra a caminho! Alguns minutinhos depois chegam à mesa a moqueca, o molho de camarão pedido à parte, o arroz, o pirão e as batatas fritas. Sim, batatas fritas fazem parte dessa refeição sem que você precise pedí-las! E não são quaisquer batatas, são aquelas de antigamente, cortadas na cozinha sem passar pelo congelador. Tudo está sempre fresquinho, no ponto certo de cozimento, com o mesmo tempero. E enquanto nos fartamos, sempre passa alguém pra perguntar se precisamos de mais alguma coisa. </span><span style="color: #cc6600;"><span style="font-family: verdana;"><span style="color: #003300;">Nunca falta nada mas se por acaso você quiser mais uma porção disso ou daquilo, saiba que não virá cobrada na conta.<br />
</span> <span style="color: #cc6600;"><span style="font-family: verdana;"><span style="color: #003300;">A moqueca de peixe mais cara, com molho de camarão e todos os acompanhamentos, perfeita para quatro pessoas, custa R$67!  Mas mais do que a fartura e o preço, o que realmente me impressiona é que o cardápio é o mesmo há pelo menos 20 anos! E desde sempre recordo de comer a mesma moqueca, o mesmo pastelzinho, a mesma batata frita! Sempre com o mesmo entusiasmo!</span><br />
</span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><span style="font-family: verdana;">Em memória ao Manoel Português que, graças aos seus pasteizinhos e à sua batata frita, me ensinou a gostar de moqueca.</span></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><span style="font-family: verdana;"><strong>outras sugestões</strong></span></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 108px"><a href="http://digamaria.com.br/archives/60"><img title="salmaocomlaranja02.jpg" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/08/salmaocomlaranja02.jpg" alt="salmão com laranja" width="98" height="73" /></a><p class="wp-caption-text">salmão com laranja</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 148px"><a href="http://digamaria.com.br/archives/74"><img title="restaurantelodecharlie.jpg" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/09/restaurantelodecharlie.jpg" alt="Charlie e o ceviche" width="138" height="89" /></a><p class="wp-caption-text">Charlie e o ceviche</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 131px"><a href="http://digamaria.com.br/archives/408"><img title="peixe-com-farofa-de-banana11.jpg" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2009/10/peixe-com-farofa-de-banana11.jpg" alt="peixe assado" width="121" height="89" /></a><p class="wp-caption-text">peixe assado</p></div>
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		<title>dois acompanhamentos para quem gosta de banana</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 17:53:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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Sempre adorei banana na comida. Um prato com arroz, feijão, ovo frito e banana sempre foi pra mim um banquete. Mas, como essa foi uma semana de peixe, resolvi diversificar. 
O primeiro acompanhamento, um purê de banana, experimentei recentemente no restaurante Brasil A Gosto. Gostei tanto que decidi tentar reproduzir de uma maneira bem simples: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-423" title="pure de banana" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2009/10/pure-de-banana1.jpg" alt="pure de banana" width="494" height="370" /></p>
<p><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">Sempre adorei banana na comida. Um prato com arroz, feijão, ovo frito e banana sempre foi pra mim um banquete. Mas, como essa foi uma semana de peixe, resolvi diversificar. </span></p>
<p><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">O primeiro acompanhamento, um purê de banana, experimentei recentemente no restaurante <span style="color: #888888;"><a href="www.brasilagosto.com.br" target="_blank">Brasil A Gosto</a></span>. Gostei tanto que decidi tentar reproduzir de uma maneira bem simples: asse a banana da terra num tabuleiro coberto por papel laminado. De vinte à trinta minutos. Descasque-as e amasse-as ainda quente. Bata metade no liquidificador com um pouco de leite, misture com o restante e tempere com sal. Se quiser, coloque uma manteiguinha quando for esquentar o purê antes de ir pra mesa.<br />
Esse servi com peixe grelhado e um molho de queijo de cabra, azeite, leite de coco, limão e sal. Tudo no fogo até ficar cremoso.</span></p>
<p><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">O segundo, foi feito para acompanhar um <span style="color: #888888;"><a href="http://digamaria.com.br/2009/10/o-peixe-frito/" target="_self">peixe frito</a></span>: farofa de banana. Derreta uma boa quantidade de manteiga, refogue cebola picadinha, alho espremido e junte a banana picada. Costumo usar banana prata mas também fica gostosa com a banana da terra assada. Ambas devem estar bem maduras. Espere a manteiga envolver a banana e acrescente aos poucos a farinha de mandioca. Coloque sal e siga assim, em fogo baixo, mexendo de vez em quando até chegar no ponto que você gosta, mais macio ou mais torrado.<br />
<span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">Uma sugestão é usar uma farinha de mandioca biju que se chama <span style="color: #888888;"><a href="http://www.deusa.com.br/?pag=detprodutos&amp;id_categoria=3" target="_blank">Deusa</a></span>. Ela é mais flocada e fica deliciosa.</span></span></p>
<p><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">Espero que gostem e que voltem pra contar! E bom final de semana!</span></p>
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		<title>Charlie e o ceviche</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 17:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
de volta à vida paulistana, aproveito o blog para saborear um pouquinho mais a viagem. nessa semana que passei no Uruguai desfrutei de boa comida em praticamente todas as refeições. pela manhã sempre um croissant fresquinho e crocante, como raramente encontramos aqui; no almoço, salada de alface, tomate e cebola, seguida de milanesa com batatas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear:both;text-align:center;"><a style="clear:left;float:left;margin-bottom:1em;margin-right:1em;" href="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/09/restaurantelodecharlie.jpg"><img src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/09/restaurantelodecharlie.jpg?w=300" border="0" alt="" /></a></div>
<p>de volta à vida paulistana, aproveito o blog para saborear um pouquinho mais a viagem. nessa semana que passei no Uruguai desfrutei de boa comida em praticamente todas as refeições. pela manhã sempre um croissant fresquinho e crocante, como raramente encontramos aqui; no almoço, salada de alface, tomate e cebola, seguida de milanesa com batatas fritas e limão siciliano; e à noite jantares de sabores variados. mas em meio a tudo isso, um restaurante chamou minha atenção, o <em>lo de Charlie</em>, em Punta del este.<br />
estava bem frio e eu passeava de carro com meu marido após o jantar. vimos um lugar bastante simpático, com opção de mesas ao ar livre e uma cozinha integrada ao salão. bastou essa primeira impressão para decidirmos que ali seria nosso almoço. e no dia seguinte, lá estávamos nós, sendo atendidos por garçons bem humorados, atitude rara até então. as mesas tinham toalhas de cores leves e alegres adornadas por guardanapos de pano com motivos florais. Antonio pediu raviolone de pato com molho de vinho e framboesas. provei o prato dele algumas vezes. o molho estava delicioso, assim como o recheio de pato. eu optei por uma salada de rúcula com tiras de manga e abacate acompanhada por ceviche de peixe branco. suspirei do princípio ao fim. o ceviche levava além dos tradicionais limão, cebola e coentro, lima e gengibre picado pequenininho. à noite voltamos e experimentamos outros dois pratos, preparados pelo próprio chef na cozinha aberta ao lado de nossa mesa.  jantamos entrecôte com molho à base ovos e foie e linguado com molho de limão e rúcula. saímos de lá tão felizes quanto mais cedo.<br />
deixo aqui a dica do gengibre e da lima para incrementar o ceviche. e quem passar por Punta ou por Porto Alegre (sim, há um lá também!), não deixe de experimentar as saborosas e bem apresentadas criações do chef Charlie.</p>
<p><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:85%;"><a href="http://www.usinadeimagem.com.br/"><span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="color:#336666;"><span style="color:#999999;">foto: Maria Capai/ Usina de Imagem</span></span></span></a></span></span></p>
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		<title>dulce de leche</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 19:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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meu marido, uma formiga de marca maior, tem uma queda especial por doce de leite. e uma vez no Uruguai, estamos experimentando todas as marcas e variedades. é o caso dessa overdose de doce de leite que fotografei às pressas e sob protesto: mil folhas de doce de leite, sorvete de doce de leite, cobertura [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear:both;text-align:center;"><a href="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/09/dulcedelecheemdosedupla.jpg" style="clear:left;float:left;margin-bottom:1em;margin-right:1em;"><img border="0" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/09/dulcedelecheemdosedupla.jpg?w=300" /></a></div>
<p>meu marido, uma formiga de marca maior, tem uma queda especial por doce de leite. e uma vez no Uruguai, estamos experimentando todas as marcas e variedades. é o caso dessa overdose de doce de leite que fotografei às pressas e sob protesto: mil folhas de doce de leite, sorvete de doce de leite, cobertura de doce de leite, nozes e amêndoas pra dar uma quebradinha no sabor. quando vi o prato julguei que estaria extremamente doce e enjoativo. mas após a primeira colherada percebi que estava totalmente enganada: era perfeito! e segui saboreando bem devagarzinho junto com o espresso illy*, pelo máximo de tempo que consegui fazer durar.<br />quem passar por aqui ou pela Argentina, não deixe de provar essa combinação na sorveteria Freddo. há várias nas duas capitais. </p>
<p><span style="font-size:x-small;">(*) uma dica: se você aprecia o espresso brasileiro ou o italiano, não peça o uruguaio. tem gosto de café coado e requentado.</span></p>
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		<title>cerveja para quem gosta de champagne</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 01:19:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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Hoje experimentei a cerveja uruguaia Patricia. Gostosa, levinha&#8230; mas não é sobre ela que quero falar; ela apenas me lembrou que não compartilhei com vocês algo que adorei.
Na sexta passada fui ao Santa Gula, na Vila Madalena, São Paulo. Havia uma pequena fila de espera e o hostess sugeriu que aguardássemos no Bar do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a style="clear:left;float:left;margin-bottom:1em;margin-right:1em;" href="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/09/badenbadengolden.jpg"><img class="alignnone" style="border: 0pt none;" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/09/badenbadengolden.jpg?w=94" border="0" alt="" width="94" height="297" /></a><span style="font-family: verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: left;">
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<p><span style="font-family: verdana;">Hoje experimentei a cerveja uruguaia Patricia. Gostosa, levinha&#8230; mas não é sobre ela que quero falar; ela apenas me lembrou que não compartilhei com vocês algo que adorei.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-family: verdana;">Na sexta passada fui ao Santa Gula, na Vila Madalena, São Paulo. Havia uma pequena fila de espera e o hostess sugeriu que aguardássemos no Bar do Santa, bem ao lado. Lá encontramos uma carta de cerveja. Na dúvida (é tão comum esse lugar para mim&#8230;) pedi ao garçom que indicasse uma cerveja para quem gosta de champagne (champagnes e espumantes são minhas bebidas preferidas, mas também adoro uma boa cerveja). Foi então que ele sugeriu a Baden Baden Golden Ale. Deliciosa! Uma cerveja delicada, levemente adocicada e com um suave cheiro de canela. Essa foi a minha experiência quando experimentei e acabei de comprovar minha percepção no <a style="color:#783f04;" href="http://www.badenbaden.com.br/">site do fabricante</a>. Inclusive, vale uma visita. Além da história de como nasceu essa cervejaria artesanal e da descrição dos produtos, há também uma seção com receitas que levam cerveja. deguste com moderação. Ou não!</span></p>
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		<title>spaghetti al limone</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 14:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maria</dc:creator>
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Tenho trabalhado mais que o habitual nesses dois últimos meses. E como tenho que trabalhar também neste final de semana, ontem decidi tirar uma noite de folga! Fechei o expediente um pouco mais cedo, fui pro parque dar uma alongada (num frio de 12 graus&#8230;), passei na Cobasi para comprar flores e mistura pra beija-flor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/08/spaguetiallimone.jpg"><img src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/08/spaguetiallimone.jpg?w=291" border="0" alt="" /></a><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Tenho trabalhado mais que o habitual nesses dois últimos meses. E como tenho que trabalhar também neste final de semana, ontem decidi tirar uma noite de folga! Fechei o expediente um pouco mais cedo, fui pro parque dar uma alongada (num frio de 12 graus&#8230;), passei na Cobasi para comprar flores e mistura pra beija-flor e voltei pra casa, pronta para preparar o jantar: Spaguetti al limone! Conheci esse prato aqui em São Paulo, no Spot. O sabor do molho é bem diferente dos clássicos: é cítrico e cremoso e pede uma generosa porção de parmesão ralado na hora&#8230; Enquanto comíamos pensávamos em quais carnes poderímos servir junto. Foi quando lembrei da codorna postada ontem. O sabor dela com aquele molho de vinho certamente casará muito bem com essa massa! Fica aqui então a dica de acompanhamento para as simpáticas codorninhas. </span></p>
<p><span style="color:#336666;"><span style="font-family: verdana;">Receita para dois</span> <span style="color:#336666;"><span style="font-family: verdana;">200 g de spaghetti (ou talharim ou penne)</span> <span style="color:#336666;"><span style="font-family: verdana;">300 g de creme de leite fresco</span> <span style="color:#336666;"><span style="font-family: verdana;">50 ml de leite</span> <span style="color:#336666;"><span style="font-family: verdana;">50 g de manteiga</span> <span style="color:#336666;"><span style="font-family: verdana;">suco de 1 limão siciliano e raspas da casca</span> <span style="color:#336666;"><span style="font-family: verdana;">sal e pimenta do reino</span> <span style="color:#336666;"><span style="font-family: verdana;">1 ramo de manjericão (opcional)</span> </span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="color:#336666;"><span style="font-family: verdana;">Modo de fazer<br />
Coloque água para ferver com sal para preparar a massa. Em paralelo aqueça outra panela em fogo médio para baixo e coloque a manteiga, o suco e metade das raspas do limão. Deixe ferver por menos de 1 minuto. Junte o creme de leite e o leite e deixe ferver até reduzir e ficar ligeiramente cremoso (a consistência deve ser mais líquida). Acrescente sal e pimenta do reino a gosto e desligue o fogo. Quando a massa estiver &#8220;al dente&#8221;, desligue e escorra a água. Aqueça o molho, junte a massa e sirva com parmesão ralado e o restante das raspas do limão salpicadas por cima e nas laterais do prato.</span> <span style="color:#336666;"><span style="font-family: verdana;">Usei o manjericão para dar um toque sutil. Quando aqueci o molho coloquei 1 ramo na panela por um ou dois minutinhos e em seguida o retirei. Mais do que isso deixará um sabor muito marcante.</span><br />
<span style="font-family: verdana;">Ah, o prato ficará mais suculento que o da foto! Mas como eu não queria comer frio, fotografei com uma porção pequena retirada antes da hora.</span></span></span></p>
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		<title>para comemorar</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 16:36:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maria</dc:creator>
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		<category><![CDATA[restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[comida japonesa]]></category>
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logo que vim para São Paulo conheci o Nagayama. e me apaixonei. não é uma opção barata e por isso vira e volta invento alguma comemoração que me dê argumento para ir lá. o programa é mais ou menos assim: vamos ao restaurante do Itaim (que é intimista), sentamos no balcão (que é mais divertido), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/08/dmaa0058.jpg"><img src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/08/dmaa0058.jpg?w=300" border="0" alt="" /></a><br />
logo que vim para São Paulo conheci o <a style="color:#990000;" href="http://www.nagayama.com.br/">Nagayama</a>. e me apaixonei. não é uma opção barata e por isso vira e volta invento alguma comemoração que me dê argumento para ir lá. o programa é mais ou menos assim: vamos ao restaurante do Itaim (que é intimista), sentamos no balcão (que é mais divertido), pedimos um saquê e sugestões aos sushiman (que são todos ótimos). comemos então o que nos foi sugerido, em duplas, degustadas uma a uma, quase sempre acompanhadas de olhos fechados que suspiram&#8230;<br />
os meus sushis preferidos são de barriga de salmão (que é servido com flor de sal e azeite trufado) e de vieira&#8230; é sempre uma experiência sublime!<br />
para sobremesa minha dica é uma andadinha até a sorveteria <a style="color:#cc0000;" href="http://www.vipiteno.com.br/">Vipiteno</a> e lá pedir uma bola de chocolatíssimo na casquinha acompanhada por um expresso.<br />
e pronto. se não tinha motivo pra comemorar, no final dessa noite certamente terá!</p>
<p><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:85%;"><a href="http://www.usinadeimagem.com.br/"><span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="color:#336666;"><span style="color:#999999;">foto: Tom Boechat/ Usina de Imagem</span></span></span></a></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
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