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	<title>Diga Maria! &#187; Argentina</title>
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	<description>Vamos compartilhar receitas e pequenas descobertas do dia-a-dia?!</description>
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		<title>como aprendi a gostar de café espresso (ou pela Argentina com pouca grana)</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 02:43:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[dezembro de 2003. lá estávamos nós, minha irmã e eu, desembarcando em Buenos Aires para um passeio de uma semana. nessa época, o café mais gostoso do mundo era o que a minha mãe fazia, coado e mais conhecido como &#8220;chafé&#8221;. café espresso era horrível, amargo, nem pensar!
novas e com pouco dinheiro, chegamos felizes da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>dezembro de 2003. lá estávamos nós, minha irmã e eu, desembarcando em Buenos Aires para um passeio de uma semana. nessa época, o café mais gostoso do mundo era o que a minha mãe fazia, coado e mais conhecido como &#8220;chafé&#8221;. café espresso era horrível, amargo, nem pensar!<br />
novas e com pouco dinheiro, chegamos felizes da vida numa Argentina recém quebrada que nos possibilitava ficar hospedadas num confortável hotel três estrelas com um farto e bem preparado café da manhã. na noite de Natal até em Puerto Madero jantamos sem grandes preocupações com o lado direito do cardápio! mas uma coisa logo no primeiro dia chamou minha atenção: o preço da água mineral! não me perguntem porquê mas o fato é que custava caro e eu, que bebo água o dia todo, fiquei assombrada com isso. e se alguém está pensando &#8220;fácil, era só comprar no supermercado e andar por aí com a garrafinha&#8221;, vou logo me adiantando, concordo. mas não pensei nisso naquele momento. no entanto, logo notei que o café espresso, além de barato e presente em toda e qualquer esquina de Buenos Aires, vinha acompanhado de um generoso copo de água com gás (minha predileta!) e de um sempre delicioso e diferente biscoitinho. resultado, ao invés de pedirmos água passamos a pedir espresso. e como não gosto nem um pouco de desperdício, bebia o forte cafezinho sem sequer saber que estava sendo servida por um povo que tira um espresso com muita competência. o primeiro eu provavelmente devo ter deixado pela metade, o segundo, honestamente não lembro, mas o último, esse sim tenho certeza que bebi até o final, curtindo cada pedacinho de sabor que um bom espresso é capaz de nos presentear.<br />
moral da estória? nada como um empurrãozinho das circunstâncias para enxergarmos o entorno de maneira completamente nova. e o café da minha mãe não mais me agradou. mas aos poucos ela também aprendeu a gostar de café forte e mudou os hábtos. e hoje, bem ali na minha cozinha, há aquela querida máquina de espresso, sempre pronta para me fornecer um delicioso e saudável café.</p>
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