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sorvete de limão
jul 16th, 2010 by Maria

sorvete de limao 02_1

Limão é uma fruta muito versátil. Citando apenas usos no meu dia-a-dia, sem pensar muito, podemos enumerar umas 13 possibilidades: temperando peixe, porco, frango, arroz com feijão direto no prato, protagonizando um molho pro macarrão, um bolo, uma caipirinha, uma torta de limão, biscoitos ou uma clássica limonada, suíça ou não. Num molho para salada, numa calda doce, temperando o abacate batido, decorando com suas raspinhas uma série de pratos doces e salgados ou num sorvete. E quando a @PatríciaScarpin sugeriu essa receita no seu lindo Technicolor Kitchen, logo imaginei um sorvete bem cremoso, doce mas não muito, e bem azedinho… E adivinhem?! Foi exatamente assim! Arrancou suspiros servido puro ou com calda de chocolate. E a fórmula está aqui, à sua disposição. Diminuí um pouquinho o açúcar e acrescentei apenas dois elementos à receita do David Lebovitz publicada pela Patrícia: canela e conhaque.

Ingredientes (rendimento de aproximadamente 1 litro):
raspas de 2 limões grandes
½ xícara (120 ml) de açúcar refinado
½ xícara (120 ml) de suco de limão espremido na hora (aproximadamente 3 limões grandes)
1 xícara (240ml) de leite integral
1 lata de (395 g) de creme de leite
1 colher de sopa de conhaque
1 canela em pau
1 pitada de sal

Modo de fazer
Coloque no liquidificador as raspas das cascas dos dois limões, o açúcar e o suco de limão e bata até dissolver o açúcar. Acrescente o leite, o creme de leite e o conhaque e bata até se tornar homogêneo. Coloque a canela em pau nessa mistura e leve à geladeira por 1 hora. Em seguida retire a canela em pau e coloque a mistura na sorveteira seguindo as instruções do fabricante (aqui foram 30 minutos).

Pra quem não tem sorveteira, aposto que ficará uma delícia sob a forma de picolé ou chup-chup. Quem experimentar volta pra contar, combinado?!

outros sorvetes:

sorvete de abacate

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sorvete com bolo

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sorvete de doce de leite

sorvete de doce de leite

clássicos da vovó Regina (ou, o strogonoff do Vamos Cozinhar)
mai 16th, 2010 by Maria

strogonoff 01

Recentemente tive uma daquelas lembranças realistas que envolvem até sensações. Adentrei pelas portas da minha mente na casa da minha avó em Itajubá. Senti o delicioso cheiro das férias que se fazia presente nas roupas de cama perfumadas e impecavelmente estendidas, no carpete sempre limpo e macio e nas pesadas cortinas que ornavam aquela autêntica casa de vó do interior de Minas. Passava por essas impressões, pousava minha mala no quarto de móveis de madeira pesada, abria as janelas e sentia a brisa fresca. Lavava as mãos e o rosto na água gelada do espaçoso e iluminado banheiro e seguia para o lugar mais importante da casa: a cozinha. Lá, a Maria, minha xará, certamente já havia preparado uma boa parte dos pratos tradicionais da minha vó Regina. E eu sempre comprovava isso abrindo a geladeira e antecipando a salivação da hora do almoço.

Filha de uma tradicional família mineira, vovó Regina estudou em colégio de freiras francesas. Admirou desde de criança essa cultura e nos presenteava com uma culinária que ora vinha da França ora das fazendas de Minas. Na sala de jantar com lustre de cristal ou na acolhedora mesa redonda da cozinha não faltava um leitão assado no Natal ou um bom lombinho acompanhado de torresmo. Mas também conhecemos bem de perto os clássicos rosbife com molho de champignon e creme de leite e o strogonoff. E foi nesse último que me apeguei durante essa lembrança. É certamente o melhor strogonoff que já comi e nunca arrisquei reproduzí-lo em casa. Mas agora que não temos mais a minha vó ou a Maria de lá para fazê-lo, acho que está na hora de eu começar. E essa cosntatação foi o ponto final daquela lembrança.

Uma semana depois comecei a participar da PromoVamos e, ao adentrar no site Vamos Cozinhar para conhecer as videoreceitas da promoção, adivinhem com qual receita me deparei?! Sim, strogonoff! Num primeiro momento reconheci vários ingredientes da receita da minha vó e decidi fazê-la. Mas durante a execução ia consultando minha mãe e juntas descobrimos diversas e significativas diferenças. Para nossa surpresa o strogonoff ficou tão saboroso quanto o da vovó Regina, porém mais leve. Convidei algumas amigas e aqui está o resultado de um jantarzinho delicioso.

Segui o ótimo passo-a-passo do vídeo do Vamos Cozinhar e por isso o publico no final do post. Mas como alterei algumas quantidades durante a execução, publico abaixo exatamente como fiz.

strogonoff 02

Ah, e a promoção termina nesta semana! Se você ainda não se inscreveu, não perca a chance de concorrer a jantares e livros para você e sua cozinha. Clique aqui e se inscreva, indicando o DigaMaria, é claro!

Ingredientes (rende 8 porções)
1 Kg de filé mignon cortado para strogonoff
1/2 Kg de champignon
100 gramas de manteiga sem sal
2 colheres de sopa de azeite
500 gramas de creme de leite fresco
2 colheres de chá de páprica doce
2 colheres de chá de páprica picante
2 colheres de sopa de farinha de trigo
pimenta do reino e sal a gosto
125 ml de conhaque
125 ml de vinho branco seco

Como fiz
Derreti a manteiga e o azeite e fritei bem a carne salpicada com pimenta do reino e sal. Quando o caldo que soltou da carne já estava bem encorpado eu o retirei da panela e reservei (tenho preconceito com caldo industrializado e aproveitei esse para utilizar no lugar do outro). Voltei com a panela pro fogo e acrescentei a cebola. Soltou um pouco d’água e assim que secou juntei a farinha de trigo e incorprei-a bem. Chegou a hora da diversão: despejei o conhaque e coloquei fogo na panela! Mexi um pouco e logo o fogo apagou e a carne estava com uma consistência caramelada.

strogonoff etapas

Acrescentei o vinho, o caldo de carne reservado e as pápricas. Aí só faltava o creme de leite que deixei para colocar bem pertinho da hora de servir. Ficou um pouquinho líquido para o meu gosto e então misturei um pouquinho mais de farinha de trigo a uam pequena porção do creme de leite. Tudo na panela, bastou um pouco de fervura e já estava na consistência ideal!

O arroz segui à risca a receita do vídeo. O orégano dá um sabor especial (e leve) que todos notaram e aprovaram. A isso acrescente batata palha e um bom vinho e aí está um prático e delicioso prato para receber poucas ou muitas pessoas.

outras receitas de vó e de vô

biscoitos de fécula de batata

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waffle

waffle

empadinha de banana

empadinha de banana

pappardelle com molho funghi
fev 19th, 2010 by Maria

massa caseira molho funghi

Comecei 2010 inaugurando uma nova fase na minha cozinha, a das massas caseiras. Fiz o ravioli para testar e senti tanta satisfação ao comer uma massa feita pelas minhas próprias mãos que não tardei em repetir a experiência. continue lendo »

croque monsieur
fev 8th, 2010 by Maria

Este foi meu jantar hoje. Adoro croque e foi sobre ele um dos primeiros posts deste blog; infelizmente com uma foto horrível. Então, aproveito a oportunidade para substituí-la e dar destaque para essa deliciosa receita do Olivier Anquier. Aproveitem!

croque

sorvete de abacate
dez 16th, 2009 by Maria

sorvete de abacate

Sabe aquele dia que você está com muita vontade de comer um doce mas nada disposta se comprometer com sua consciência? Pois então, hoje foi esse dia para mim. Comi sobremesa no almoço e no meio da tarde lá estava eu, cheia de vontade de comer algum docinho de novo. Minha preocupação não era tanto com a ingestão calórica mas sim com a qualidade do que eu iria ingerir. Rumei para a cozinha e decidi usar aquele pequeno abacate que eu já havia comprado com más intenções. Cinco minutinhos misturando e provando as quantidades, trinta no computador enquanto a sorveteira trabalhava e o sorvete já estava prontinho: pro paladar um gelado de textura cremosa e sabor aveludado, levemente cítrico; para a consciência, a tranquilidade de ter ingerido pouco mais que uma fruta.

Ingredientes (serve duas porções)
1 abacate pequeno
100 ml de leite integral
2 colheres de sopa de creme de leite
4 colheres de sopa de açúcar
suco de 1/2 limão
raspas da casca do 1/2 limão

Modo de fazer
Bata todos os ingredientes no liquidificador, exceto as raspas da casca do limão. Misture-a depois manualmente. Coloque tudo na sorveteira e deixe-a misturando por 30 minutos. E só!

maquiando o purê de batata
out 2nd, 2009 by Maria


sabe quando você quer servir um acompanhamento simples mas não quer que ele figure como um simples acompanhamento? pois é, foi com essa questão que me deparei noutro dia enquanto preparava o jantar. já havia decidido fazer peixe assado com purê de batata afinal minha irmã, fã de carteirinha desse acompanhamento, viria naquela noite. descasquei as batatas (1 1/2 por pessoa), cortei em rodelas, coloquei na panela, cobri com água e levei ao fogo. assim que ficaram bem macias, descartei a água do cozimento e comecei a amassá-las, ainda quentes, com um desses pegadores de macarrão oriental. é, não tenho espremedor de batatas. mas tenho a impressão que amassá-las assim, com mais vigor, mexendo de um lado para o outro na panela, torna o purê mais macio e aerado. voltei com a panela para o fogo e acrescentei os dois ingredientes que eu tinha na geladeira que pareciam combinar: queijo parmesão e creme de leite fresco. deixei o sal por último pois o parmesão já é bem salgadinho. e aos poucos, o purê de batata, esse acompanhamento que acho meio sem graça, foi ganhando uma textura cremosa e um sabor menos omisso. acho que ficou como o que considero uma boa maquiagem, a gente nem nota que ela está ali mas a pessoa nos parece tão bonita…

a especial musse de chocolate
set 30th, 2009 by Maria

especial por não levar creme de leite. assim a caracterizei na primeira vez que a vi estampada na página 577 da segunda edição do livro Chefs. deixei a receita ali, separadinha, aguardando o momento certo. foi então que um querido casal de Vitória escreveu avisando que estava vindo para São Paulo. prontamente os convidei para jantar e corri para a página 577. durante a execução da receita, a musse tornou-se mais especial quando percebi que levava apenas uma gema. “muito bom” pensei “menos caloria, menos colesterol”. o tempo de preparo é curto mas até saber a real consistência demorou… o tempo de geladeira parece que foi estendido pela minha ansiedade! sabe como é, receita nova traz grandes expectativas. pelo menos por aqui é assim! já era tarde e achei melhor deixar a prova para o dia seguinte. dormi, acordei. e logo após o café corri para o grande momento! levei a colher até a boca – feliz por não ter creme de leite, tranquila porque tinha uma única gema – e senti desmanchar sua textura leve e macia enquanto um sabor intenso, muito intenso, de chocolate me sorria. preciso dizer algo mais?

segue a receita do chef Pierre Hermé!

ingredientes
170 gramas de chocolate meio amargo (67-70% de cacau)
80 ml de leite integral
1 gema
4 claras
20 g de açúcar

modo de fazer
pique o chocolate com uma faca de lâmina serrilhada. coloque-o em uma tigela refratária sobre uma panela de água fervente, até que ele derreta completamente. retire a tigela da panela.
ferva o leite. despeje no chocolate derretido, mexendo com um batedor manual. acrescente a gema e mexa bem. verifique a temperatura colocando a ponta do dedo no chocolate. ele deverá estar quente (40 graus), mas não queimando muito. deixe esfriar.
bata as claras em picos firmes, juntando o açúcar aos poucos. misture um terço das claras ao chocolate e bata com energia. depois, acrescente o restante das claras, movimentando a musse do meio da tigela para cima e para fora, e segurando a tigela com a outra mão para girá-la enquanto mexe.
despeje a musse em potinhos individuais ou em uma grande tijela. leve para gelar por 1 hora antes de servir. decore o prato com raspas de chocolate.

dicas do chef
é importante usar um chocolate de ótima qualidade para esta receita.
as claras devem estar bem frescas. use-as frias – nem geladas nem à temperatura ambiente.
se você for servir a musse em potinhos pequenos, use um saco de confeitar para enchê-los.
você pode dar sabor ao leite e acrescentar raspas de laranja, 1 colher de chá de canela em pó, 1 pitada de cardamomo ou, se preferir, de pimenta Sichuan recém-moída.

dicas da Maria
o sabor do chocolate fica bem intenso e nada doce. se você gosta de uma sobremesa mais “açucarada”, sugiro colocar um pouco mais de açúcar nas claras.
a receita rendeu oito pequenas porções individuais.
usei o chocolate da linha Gold da Nestlé, 70% cacau.
fiz uma calda de amoras (amoras congeladas, pouca água, gotas de limão, açúcar e fogo baixo) para servir por cima da musse.
acredito que raspas de chocolate, finas e pequenas, no meio da musse também ficará gostoso.

ovo en cocotte
set 18th, 2009 by Maria

não resisto a um livro de culinária bonito! e assim foi quando noutro dia resolvi dar uma voltinha pela Fnac perto daqui de casa. o intuito era simplesmente passear o olhar pelas prateleiras e trazer pra casa a última edição da blue Cooking, uma revista portuguesa que adoro. separei essa edição além de duas outras revistas. estava pronta para ir para o caixa quando pensei “ah, vou subir e olhar os livros”. mal entrei no segundo andar e lá estava ele, em meio aos destaques, esperando por mim. uma lenta e saborosa folheada pelas suas 647 páginas me convenceram que trocar as três revistas e debitar mais algumas dezenas de reais da minha conta seria um ótimo, ótimo negócio!
essa é a estória de como o livro CHEFS veio morar na minha casa. e a partir dele publico a receita da foto, de um ovo com preparo diferente, cheio de sabor e com um caldinho delicioso. aqui já foi servido com salada de alface e tomate no jantar e acompanhado de arroz, feijão, couve e pastel de banana no almoço. espro que gostem!

ovo en cocotte (receita de Michele Romano, livro Chefs)

1 ovo
manteiga
creme de leite fresco
sal
pimenta
aqueça o forno em 190 graus, unte uma cumbuquinha com pouca manteiga, salpique sal e pimenta, coloque um ovo e sobre ele uma colher de creme de leite fresco*. coloque numa assadeira, encha-a com água quente até a metade e leve ao forno. a receita diz 5 minutos, aqui levou 10.

(*) se não quiser creme de leite, cubra com papel laminado.

sorvete de doce de leite
set 15th, 2009 by Maria

eu sei, eu sei… hoje é apenas uma terça-feira… mas não resisti.
voltei inspirada pela viagem e pelo pote de 1 kg do doce de leite Conaprole que trouxe do Uruguai. é a marca mais difundida no país e é uma delícia. tem a versão doce de leite, que é mais densa, mais doce, e a doce de leite com creme, que se assemelha mais ao nosso doce de leite cremoso. nesse sorvete eu usei a primeira versão. a receita base, que não usa sorveteira, peguei no site da Nestlé. uma vez misturados os ingredientes achei que ficou com muito gosto de creme de leite e fiz uma adaptaçãozinha. este é um sorvete que admite muitas variações, como nozes picadas, doce de leite puro misturado no final, castanhas crocantes, gotas de chocolate e por aí vai. tratem de colocar em prática a criatividade e sugiram outras versões. sou toda ouvidos!

1 lata de creme de leite
a mesma medida de doce de leite
450 ml de leite
bata tudo no liquidificador, despeje num recipiente e leve ao congelador até obter uma consistência firme.

o da foto eu bati no liquidificador e coloquei na sorveteira por 25 minutos, enquanto almoçava. depois servi e comi de sobremesa. difícil ser mais simples que isso, não? bom proveito!

para noites frias, para noites quentes
ago 27th, 2009 by Maria


Nunca fui fã de sopa. Não mesmo. Comida que não se mastiga, a mim não sacia. Mas casei com quem adora sopa e vez ou outra atendo a pedidos, achando tudo meio sem graça, confesso. Mas com essa foi diferente. Quando a conheci, com nome de sopa de beterraba e laranja com cubos de iogurte congelado – no livro Comidinhas, da Jennifer Joyce – gostei do nome e da apresentação e não tardei a experimentá-la. A laranja dá um toque especial e o cubinho de iogurte, além de ser um charme, traz um azedinho que contrasta suavemente com o sabor e com a textura da sopa. Nunca fiz num dia quente mas aposto que ficará uma delícia numa versão sopa fria.

Vamos à receita!

tempo de preparo: 15 minutos
tempo de cozimento: 1 hora
rendimento: 8 tacinhas ou 4 tigelas

200 g de iogurte natural
1 macinho de cebolinha picado
500 g de beterrabas novas sem as folhas
6 colheres de sopa de azeite
1 cebola picada
2 dentes de alho picados
1 colher de sopa de tomilho fresco picado (eu substituí por sálvia)
1/2 collher de chá de sal
1/2 colher de chá de pimenta
1 colher de chá de vinagre balsâmico
suco de 1/2 laranja (eu usei de uma laranja)
1 colher de sopa de raspas de laranja
1 litro de caldo de galinha ou legumes
3 colheres de sopa de creme de leite fresco

Coloque o iogurte numa tigela com metade da cebolinha picada. Disponha a mistura numa fôrma de gelo e deixe no freezer até congelar.
Coloque as beterrabas numa panela, cubra com água e ferva por 45 minutos a 1 hora até amolecerem. Quando estiverem frias o suficiente, descasque, pique e reserve.
Aqueça o azeite numa panela e junte a cebola, o alho, o tomilho, o sal e a pimenta. refogue por 10 minutos e adicione a beterraba, o vinagre, o suco e as raspas de laranja e o caldo. Apure por 10 minutos, depois transfira para um liquidificador ou processador e bata.
Adicione o creme de leite e experimente o tempero. despeje em taças ou tigelas, coloque os cubos de iogurte e salpique o restante da cebolinha por cima.

A sopa pode ser feita na véspera e refrigerada ou congelada por até 3 semanas.

dois francesinhos básicos
ago 9th, 2009 by maria

croque

Alguns pratos e temperos só conheci quando me mudei pra São Paulo, há um ano e meio atrás. O croque madame é um deles. Apaixonei-me por ele no Paris 6 e passei quase um mês indo lá uma vez por semana. E sempre pedia o mesmo prato! Um dia resolvi fazer eu mesma e ao buscar a receita na internet, para minha satisfação e deleite, encontrei nada mais nada menos que uma vídeo receita do Olivier Anquier. Por isso, dessa vez não vou postar a receita, deixo apenas o link para que compartilhem comigo primeiro o vídeo e depois o sabor do croque.

Ah, a receita é do croque monsieur; a única diferença é que o madame leva um ovo frito por cima. Bon appetit!

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