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	<title>Diga Maria! &#187; curiosidades</title>
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	<description>Vamos compartilhar receitas e pequenas descobertas do dia-a-dia?!</description>
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		<title>chucrute com salsicha (ou, comprado pronto mas especial)</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 16:43:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chucrute com salsicha: uma refeição diferente, do supermercado direto pra mesa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1886" href="http://digamaria.com.br/archives/1870/chucrute-com-salsicha-3"><img class="alignnone size-full wp-image-1886" title="chucrute com salsicha" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/06/chucrute-com-salsicha2.jpg" alt="chucrute com salsicha" width="599" height="483" /></a></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Não fui eu que preparei. Mas enquanto me deliciava com esse prato pensava o quão simples pode ser prepará-lo e me pareceu ideal para aqueles dias nos quais queremos comer uma refeição diferente em casa e nos falta inspiração para cozinhar. Todos os ingredientes podem ser comprados prontos e servidos sem demora, bastando esquentá-los. Mas caso você queira dar um toque, há também a possibilidade de personalizar um pouquinho. Vamos aos ingredientes?!<br />
<strong>Salsicha alemã</strong>: é composta por carnes de porco, vaca e, algumas vezes, vitela e é mais saborosa que a salsicha que costumamos consumir no Brasil. Em casa, basta aquecê-la numa frigideira ou forninho elétrico.<br />
<strong>Mostarda</strong>: compre uma de boa qualidade e coloque na mesa para que cada um se sirva na quantidade desejada.<br />
<strong>Chucrute</strong>: trata-se de repolho </span><span style="font-family: verdana;">fermentado e </span><span style="font-family: verdana;">fatiado fininho que pode ser comprado na seção de conservas dos supermercados. O modo de prepará-lo, ensinado pela Martha e pela Ivone, é lavá-lo em água corrente para retirar o excesso de acidez e ir provando; quando estiver bom pro seu paladar, escorra. Para incrementar o sabor a dica é refogá-lo com cebola fatiada e quando estiver quente juntar fatias finas de maçã, desligar o fogo e tampar a panela pra abafá-la um pouco.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><a rel="attachment wp-att-1876" href="http://digamaria.com.br/archives/1870/chucrute"><img class="alignnone size-full wp-image-1876" title="chucrute" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/06/chucrute.jpg" alt="chucrute" width="600" height="392" /></a><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Nesse <a href="http://www.luteranos.com.br/101/oase/receitas/chucrute.htm" target="_blank"><span style="color: #993300;">link aqui</span></a> tem um pouquinho da origem do chucrute e também uma receita para quem animar fazer em casa. E depois volta pra me contar, combinado?!<br />
</span></p>
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		<title>sardinha, da Sardenha</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 18:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Receita rápida e descomplicada com esses peixinhos super saudáveis, baratos e deliciosos. Quer experimentar?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Quem sabe a origem do nome desse simpático e nutritivo peixinho? Eu não sabia até começar este post. Seu nome popular vem da Sardenha (Itália), terra do meu avô paterno, onde elas nadavam em grandes cardumes. Desbravadoras e destemidas, e conhecedoras do ditado &#8220;tamanho não é documento&#8221;, ganharam o mundo nadando pelos oceanos afora.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><a rel="attachment wp-att-1224" href="http://digamaria.com.br/archives/1214/sardinha-2"><img class="alignnone size-full wp-image-1224" title="sardinha" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/03/sardinha1.jpg" alt="sardinha" width="600" height="311" /></a><br />
</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Em solo brasileiro esses peixinhos vêm </span><span style="font-family: verdana;">aos poucos </span></span><span style="font-family: verdana;"><span style="color: #333333;">conquistando fãs e títulos de nobreza pelas suas qualidades nutricionais e baixo preço. Eu mesma nunca dei muita bola para a sardinha até que três eventos recentes me fizeram encará-la com mais respeito.<br />
O primeiro foi num restaurante japonês que servia sushi de sardinha. Eu nunca havia visto essa opção num cardápio e não hesitei em experimentá-la. Amei. Bem diferente da maioria dos sushis que já comi, esse tinha um gosto acentuado, típico da sardinha, com uma marcante presença de limão.<br />
O segundo foi no post <span style="color: #333399;"><a href="http://digamaria.com.br/archives/1168">spaghetti com atum, salsa e limão</a></span> no qual a Melissa postou um comentário falando da felicidade de comer uma sardinha fresca.<br />
O terceiro evento ocorreu pouco tempo depois quando eu já havia passado na peixaria, feito a sardinha na panela de pressão e adorado o resultado. Parti em busca de mais informações para escrever este post e descobri as propriedades nutricionais desse peixe que custou apenas R$5 o quilo. Compartilho com vocês a receita e links com <a href="http://www.abril.com.br/noticias/ciencia-saude/sardinha-excelente-fonte-omega-3-397032.shtml" target="_blank"><span style="color: #333399;">mais história</span></a> e com <a href="http://saude.abril.com.br/edicoes/0303/nutricao/conteudo_352137.shtml" target="_blank"><span style="color: #333399;">comparativos entre peixes</span></a>.</span></span></p>
<p><span style="color: #003366;"><span style="font-family: verdana;">Ingredientes<br />
1 Kg de sardinha limpa (sem cabeça, barriga e rabo)<br />
20 tomates cereja cortados ao meio<br />
1 cebola picadinha ou em rodelas<br />
4 dentes de alho fatiados<br />
1/2 xícara de salsinha picada<br />
suco de 1 limão grande<br />
1 pimenta caiena seca sem semente (ou outra vermelha)<br />
sal a gosto<br />
azeite para regar</span></span></p>
<p><span style="color: #003366;"><span style="font-family: verdana;">Modo de fazer<br />
<span style="font-family: verdana;">Lave bem as sardinhas e passe um pouco de sal em torno delas. Disponha na panela de pressão os tomates picados e as sardinhas, cubra com os temperos e regue com o azeite e o suco de limão. Feche a panela e leve ao fogo médio. Quando iniciar a pressão, reduza o fogo e marque 10 minutos. Desligue o fogo e espere terminar completamente a pressão.<br />
<span style="font-family: verdana;">Sugiro comê-las quentinhas com seus acompanhamentos de preferência (eu servi com arroz, salada verde e purê de batata doce), ou frias com fatias de pão italianao.</span></span></span></span></p>
<p><span style="color: #003366;"><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;"><span style="font-family: verdana;">Dicas: a sardinha tem espinha bem fininha e muito fácil de retirar. Depois de cozida basta abrí-la ao meio e retirar  a espinha inteira com o auxílio de uma faca.<br />
Se quiser um pouco mais de caldo acrescente uns 100 ml de água antes de iniciar o cozimento.<br />
</span></span></span></span></p>
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		<title>spaghetti de atum, salsa e limão</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 15:42:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta é uma das receitas mais práticas e saborosas que conheço.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #4b354c;"><span style="font-family: verdana;">Esta semana mudo de casa e de ares. Boa hora para aproveitar e esvaziar os armários de coisas que já não me servem e para usar tudo o que está na despensa há um mês ou há um ano.</span></span></p>
<p><span style="color: #4b354c;"><span style="font-family: verdana;">Foi com esse espírito que ontem olhei para uma latinha de atum com validade até 2013 mas já há alguns meses ali na prateleira esquecida. O talharim que ganhei de presente, o finzinho de azeite na grande garrafa verde e os cinco dentes de alho solitários sobre a mesa da cozinha não deixaram dúvidas sobre o jantar praquela noite fria: spaghetti de atum, salsa e limão, da Revista Blue Cooking*. Bastou comprar a salsinha e em pouco tempo saboreamos esta receita que, desde que a conheci, elegi como uma das mais saborosas e práticas.</span></span></p>
<p><span style="color: #4b354c;"><span style="font-family: verdana;"><a rel="attachment wp-att-1178" href="http://digamaria.com.br/archives/1168/macarrao-com-atum-bluecooking-2"><img class="alignnone size-full wp-image-1178" title="macarrao com atum bluecooking" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/03/macarrao-com-atum-bluecooking1.jpg" alt="macarrao com atum bluecooking" width="700" height="522" /></a><br />
</span></span></p>
<p><span style="color: #4b354c;"><span style="font-family: verdana;">Além do sabor que me conquistou tanto na versão crua, enlatada ou assada, esse peixe é apontado como o mais importante na história do homem, sendo uma excelente fonte de proteínas, vitaminas e minerais. Para os interessados, publico alguns links: <a href="http://super.abril.com.br/superarquivo/1989/conteudo_111672.shtml" target="_blank"><span style="color: #993300;">um pouco de história</span></a>, <a href="http://www.saudenalata.com.br/saud_nutri.html" target="_blank"><span style="color: #993300;">informações sobre suas propriedades</span></a> e <a href="http://www.conservasdamaso.com/Propriedades_atum.html" target="_blank"><span style="color: #993300;">comparativos com outras fontes de proteína animal</span></a>.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Ingredientes (para 4 pessoas, ligeiramente modificados por mim)<br />
250 g de espaguete (nesse caso usei talharim)<br />
9 colheres de sopa de azeite (eu uso mais)<br />
1 cebola bem picada<br />
4 dentes de alho fatiados bem fino<br />
1 pimenta malagueta sem semente bem picada (às vezes uso pimenta caiena seca)<br />
2 latas de atum escorrido<br />
suco de 1 limão pequeno<br />
1/2 xícara de chá de salsinha fresca picada<br />
uma pitada de sal</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Modo de fazer (aproximadamente 20 minutos)<br />
Coloque no fogo a panela de água com sal para o espaguete. Quando ferver, proceda de acordo com as instruções da embalagem.<br />
Enquanto isso, aqueça numa frigideira em fogo médio metade do azeite. Coloque a cebola e o alho. Em seguida acrescente a pimenta e, antes que estejam dourados, junte o atum, o sal, o suco do limão e a salsinha. Quando o espaguete estiver pronto, escorra, volte com ele para a panela e envolva-o com o restante do azeite e com a mistura do atum por cerca de 1 minuto.<br />
Sirva com parmesão ralado.</span></span></p>
<p><span style="color: #333300;"><span style="font-family: verdana;"><span style="color: #4b354c;">(*) Colecionável n°9, página 15.</span><br />
</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;"><span style="font-family: verdana;">outras massas</span></span></strong></span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span></strong></span></span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 125px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/46"><img title="risotodecamarc3a3o01.jpg?w=300" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/08/risotodecamarc3a3o01.jpg?w=300" alt="risoto de camarão" width="115" height="74" /></a></strong><p class="wp-caption-text">risoto de camarão</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 115px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/59"><img title="spaguetiallimone.jpg?w=291" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/08/spaguetiallimone.jpg?w=291" alt="spaghetti al limone" width="105" height="107" /></a></strong><p class="wp-caption-text">spaghetti al limone</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 107px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/1088"><img title="massa-caseira-molho-funghi1.jpg" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/02/massa-caseira-molho-funghi1.jpg" alt="massa caseira com molho funghi" width="97" height="90" /></a></strong><p class="wp-caption-text">massa caseira com molho funghi</p></div>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>como aprendi a gostar de café espresso (ou pela Argentina com pouca grana)</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 02:43:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[dezembro de 2003. lá estávamos nós, minha irmã e eu, desembarcando em Buenos Aires para um passeio de uma semana. nessa época, o café mais gostoso do mundo era o que a minha mãe fazia, coado e mais conhecido como &#8220;chafé&#8221;. café espresso era horrível, amargo, nem pensar!
novas e com pouco dinheiro, chegamos felizes da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>dezembro de 2003. lá estávamos nós, minha irmã e eu, desembarcando em Buenos Aires para um passeio de uma semana. nessa época, o café mais gostoso do mundo era o que a minha mãe fazia, coado e mais conhecido como &#8220;chafé&#8221;. café espresso era horrível, amargo, nem pensar!<br />
novas e com pouco dinheiro, chegamos felizes da vida numa Argentina recém quebrada que nos possibilitava ficar hospedadas num confortável hotel três estrelas com um farto e bem preparado café da manhã. na noite de Natal até em Puerto Madero jantamos sem grandes preocupações com o lado direito do cardápio! mas uma coisa logo no primeiro dia chamou minha atenção: o preço da água mineral! não me perguntem porquê mas o fato é que custava caro e eu, que bebo água o dia todo, fiquei assombrada com isso. e se alguém está pensando &#8220;fácil, era só comprar no supermercado e andar por aí com a garrafinha&#8221;, vou logo me adiantando, concordo. mas não pensei nisso naquele momento. no entanto, logo notei que o café espresso, além de barato e presente em toda e qualquer esquina de Buenos Aires, vinha acompanhado de um generoso copo de água com gás (minha predileta!) e de um sempre delicioso e diferente biscoitinho. resultado, ao invés de pedirmos água passamos a pedir espresso. e como não gosto nem um pouco de desperdício, bebia o forte cafezinho sem sequer saber que estava sendo servida por um povo que tira um espresso com muita competência. o primeiro eu provavelmente devo ter deixado pela metade, o segundo, honestamente não lembro, mas o último, esse sim tenho certeza que bebi até o final, curtindo cada pedacinho de sabor que um bom espresso é capaz de nos presentear.<br />
moral da estória? nada como um empurrãozinho das circunstâncias para enxergarmos o entorno de maneira completamente nova. e o café da minha mãe não mais me agradou. mas aos poucos ela também aprendeu a gostar de café forte e mudou os hábtos. e hoje, bem ali na minha cozinha, há aquela querida máquina de espresso, sempre pronta para me fornecer um delicioso e saudável café.</p>
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		<title>como comprar massa</title>
		<link>http://digamaria.com.br/archives/79</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 00:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[continuando, vamos à segunda parte do &#8220;Pergunte à Mafalda&#8221; da revista blue Cooking, edição 26, de abril 2008: como comprar massa.
A pasta existe em duas variedades distintas:

A seca (mais típica do Sul de Itália) é melhor quando acompanhada por molhos mais robustos (muitas vezes bases de tomate)
A fresca (mais associada com o Norte), fica mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>continuando, vamos à segunda parte do &#8220;Pergunte à Mafalda&#8221; da revista blue Cooking, edição 26, de abril 2008: como comprar massa.</p>
<p>A pasta existe em duas variedades distintas:</p>
<ul>
<li>A seca (mais típica do Sul de Itália) é melhor quando acompanhada por molhos mais robustos (muitas vezes bases de tomate)</li>
<li>A fresca (mais associada com o Norte), fica mais bem acompanhada por molhos delicados. Só compre massa feita a partir de semolina de trigo duro &#8211; uma variedade de trigo bastante consistente. Nas leis italianas não existe outra variedade de trigo que possa ser utilizada para fazer massa. As melhores massas, como a Garofalo, são extraídas a partir de uns rolos de bronze que deixam uma superfície mais porosa. Esta superfície vai ser melhor para o molho aderir.</li>
</ul>
<p>FORMATOS<br />
Os italianos são muito específicos no tipo de massa que servem com certos molhos. Massa curtas como <em>penne</em>, <em>rigatoni</em> ou <em>radiatori</em> são perfeitas para molhos com textura como <em>bolognese ragú</em>, pois elas &#8220;prendem&#8221; o molho dentro das partes ocas.<br />
Massa comprida é melhor para molhos cremosos, como um simples molho de tomate ou azeite e alho com salsa picada. Massa muito pequena, como <em>orzo</em> é melhor para sopas.</p>
<p>COMER MASSA<br />
Os portugueses têm tendência a servir a massa com bastante mais molho do que seria servido em Itália. Os italianos não comem massa a nadar num prato de molho. O molho é para envolver a massa, para lhe transmitir um sabor e não para a afogar.<br />
O molho deve ser misturado na massa quente, de maneira a que todos os bocados de massa sejam cobertos e então servido em taças ou pratos aquecidos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>como cozinhar a massa perfeita</title>
		<link>http://digamaria.com.br/archives/78</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 21:23:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[

no post anterior citei esta revista que adoro. e ontem, enquanto folheava uma edição antiga, achei algo que considero muito útil (essa é a parte boa de nunca ler uma revista inteira, há sempre uma surpresa por perto): &#8220;como cozinhar a massa perfeita&#8221; e &#8220;como comprar massa&#8221;. hoje mesmo aproveitei parte desse aprendizado; cozinhei no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align:left;">
<div style="text-align:left;"><a style="margin-left:1em;margin-right:1em;" href="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/09/bluecookingcomocozinharmassa.jpg"><img src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/09/bluecookingcomocozinharmassa.jpg?w=255" border="0" alt="" /></a><br />
no post anterior citei esta revista que adoro. e ontem, enquanto folheava uma edição antiga, achei algo que considero muito útil (essa é a parte boa de nunca ler uma revista inteira, há sempre uma surpresa por perto): &#8220;como cozinhar a massa perfeita&#8221; e &#8220;como comprar massa&#8221;. hoje mesmo aproveitei parte desse aprendizado; cozinhei no almoço mais spaghetti do que precisava e soube exatamente como guardá-lo para depois utilizar.</p>
<p>hoje vou publicar a primeira parte. não estranhem o portugês de Portugal e aproveitem as dicas copiadas do &#8220;Pergunte à Mafalda&#8221; da revista blue Cooking, edição 26, de abril 2008!</p>
<p>Passos básicos para ter a certeza que obtém uma pasta perfeita cada vez que a cozinhar.</p></div>
</div>
<ul>
<li>Utilize sempre uma panela grande.</li>
<li>Para cada 200 g de massa utilize 2 litros de água.</li>
<li>Tenha a certeza que a água está realmente a ferver antes de adicionar a massa.</li>
<li>Use pinças de cozinha para mexer a massa de maneira a prevenir que esta se cole.</li>
<li>Nunca tape a panela com uma tampa, deixe respirar.</li>
<li>Tempo de cozedura vai depender do tipo de massa. Baseie-se no tempo indicado na embalaem e comece a verificar se está no ponto um minuto antes do tempo especificado. Faça isto experimentando a massa, deve estar tenra mas firme, deve oferecer uma resistência sem ser dura.</li>
<li>Este ponto é reconhecido em Itália como <em>al dente</em>.</li>
<li>Tenha preparado um coador grande no lava-louças para escorrer a massa. Reserve sempre um copo da água (do cozimento) para umedecer o molho, caso vá servir a massa desta forma. Não escorra demais, deixe sempre um pouco de humidade para prevenir que a massa seque.</li>
<li>Sirva o mais rápido possível em taças ou pratos aquecidos.</li>
<li>Se quiser cozinhar a massa de véspera, coza-a, escorra e guarde-a em sacos de conservação no frigorífico. Depois é só passar por água quente.</li>
</ul>
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		<title>chá assim ou chá assado?</title>
		<link>http://digamaria.com.br/archives/67</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 22:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
				<category><![CDATA[bebidas]]></category>
		<category><![CDATA[chá]]></category>
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		<category><![CDATA[o que é um bom chá]]></category>
		<category><![CDATA[saquinho]]></category>

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&#8220;Os apreciadores de chá afirmam que o melhor tipo é o de folhas soltas&#8221;. Essa afirmação me remeteu à minha mãe, que também adora chá mas toma o de saquinho sem cerimônia ou pesar. Já eu, só tomo o de saquinho se não houver outra opção. E ainda assim penso duas vezes. Mas afinal, há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-483" title="cha de saquinho" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2009/09/cha-de-saquinho.jpg" alt="cha de saquinho" width="508" height="394" /></p>
<p><span style="color:#073763;">&#8220;Os apreciadores de chá afirmam que o melhor tipo é o de folhas soltas&#8221;. Essa afirmação me remeteu à minha mãe, que também adora chá mas toma o de saquinho sem cerimônia ou pesar. Já eu, só tomo o de saquinho se não houver outra opção. E ainda assim penso duas vezes. Mas afinal, há alguma outra diferença além do sabor e do aroma definitivamente mais acentuados nos chás de folhas soltas? Passeei por algumas páginas e gostei do texto do site </span><a style="color:#073763;" href="http://saude.hsw.uol.com.br/cha4.htm">howstuffworks</a><span style="color:#073763;">, que disponibilizo abaixo, editado por mim. </span></p>
<div style="color:#0c343d;">O chá de folhas soltas é colhido e processado, enquanto o chá de saquinho costuma ser produzido pelo método CTC (cortar, triturar, concentrar). e o fato de ser triturado faz com que ele perca vários nutrientes. Outra questão é que, segundo os especialistas, para obtermos o máximo do sabor e dos nutrientes do chá, é necessário mais espaço e circulação de água para as folhas se expandirem e se desenrolarem. O que não é nada fácil num chá de saquinho, já que o chá fica &#8220;preso entre duas paredes&#8221;. mas o chá de saquinho tem as suas vantagens: o preparo é mais cômodo e mais barato.</div>
<div style="color:#0c343d;">E o preparo, influencia?</div>
<div style="color:#0c343d;">Sim! A maioria das pessoas não presta atenção na água enquanto está preparando o chá, mas a temperatura em que o chá é feito pode afetar sua qualidade. A água usada para preparar o chá preto é a única que deve ser completamente fervida a uma temperatura em torno de 93ºC. O chá de oolong costuma ser preparado com água aquecida a uma temperatura um pouco mais baixa (cerca de 88ºC, quase fervendo) e os chás verdes e brancos são feitos em água fumegante ou com uma temperatura em torno de 77ºC. O tempo de infusão também varia dependendo do tipo de chá: os pretos e brancos ficam de 4 a 5 minutos em infusão, o de oolong fica de 3 a 4 minutos e o verde pode ficar apenas de 30 segundos a 2 minutos.</div>
<p><span style="color:#073763;">Quanto a mim, pode ser mais cômodo, pode ser mais barato, mas nada disso conta na hora daquele primeiro golinho, cheio de vapor e de aconchego. Quer um chazinho? </span></p>
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		<title>pimenta do reino</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 13:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maria</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Brasil Sabor]]></category>
		<category><![CDATA[moedor]]></category>
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		<category><![CDATA[pimentas]]></category>

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algumas receitas que já publiquei, e tantas outras que publicarei, trazem nos ingredientes &#8220;pimenta do reino moída na hora&#8221;. mas acredito que nem todo mundo entenda essa diferença e por isso resolvi comentar o pouquinho que sei sobre o assunto. uma vez moída a pimenta do reino vai perdendo seu sabor e seu aroma. então, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/09/pimentadoreino.jpg"><img src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/09/pimentadoreino.jpg?w=300" border="0" alt="" /></a></p>
<p>algumas receitas que já publiquei, e tantas outras que publicarei, trazem nos ingredientes &#8220;pimenta do reino moída na hora&#8221;. mas acredito que nem todo mundo entenda essa diferença e por isso resolvi comentar o pouquinho que sei sobre o assunto. uma vez moída a pimenta do reino vai perdendo seu sabor e seu aroma. então, quanto mais tempo ela fica ali guardada já moída, maior será a quantidade que você precisará utilizar. e sabemos que pimenta do reino em excesso não faz bem nem para o estômago nem para o intestino. quem já usou das duas maneiras percebe a diferença: a pimenta fica muito mais presente quando moída ali, direto sobre o alimento. além disso, os moedores são um charme para levar à mesa para temperar saladas. experimente, você não vai se arrepender!</p>
<p>esses moedores que usei na foto contêm um mix de pimentas rosa, do reino branca e preta. o menorzinho ganhei esses dias da amiga Fernanda. é ou não é um charme?!</p>
<p>segue abaixo um texto trazido do site <a style="color:#663300;" href="http://www.brasilsabor.com.br/por/">Brasil Sabor</a>.</p>
<p style="color:#663300;">Poucos sabem que grande parte da produção mundial da pimenta-do-reino, que insiste em aparecer nos cardápios de restaurantes sofisticados como poivre, provém do Brasil. Apesar dos primeiros registros da pimenta-do-reino no país datarem do século <span class="caps">XVII</span>, sua exploração econômica somente começou na primeira metade do século 20, quando imigrantes japoneses que se fixaram no Pará plantaram algumas mudas da pimenteira. Logo o clima quente e úmido da Amazônia se mostrou propício ao cultivo da pimenta. Hoje grande parte da produção mundial se concentra no estado do Pará, levando o Brasil a ser um dos três maiores produtores do mundo.</p>
<p style="color:#663300;">A pimenta-do-reino é o fruto do pimenteira, uma planta trepadeira originária da Índia. A mais importante e conhecida das especiarias chegou a ser conhecida como o “ouro negro”, tamanha a sua importância séculos atrás. A pimenta era fundamental na conserva de carnes e outros alimentos, e por ter sido usada como moeda cambial em Roma, motivou os exploradores europeus a encontrar uma nova rota comercial entre a Europa e o Oriente.</p>
<p style="color:#663300;">Para obter a pimenta verde, as espigas são colhidas ao atingir dois terços de sua maturidade. Depois de debulhadas, são colocadas em salmoura antes de serem embaladas. A pimenta-do-reino preta também é colhida ainda verde, mas, ao contrário da primeira, é debulhada e posta ao sol para secar por um período de três a seis dias. Durante esse estágio, os grãos devem ser revolvidos para que a secagem seja feita uniformemente e sua cor escura prevaleça. Já a pimenta-do-reino branca é obtida apenas após a colheita da pimenta já madura, possuindo uma coloração amarela ou avermelhada. As espigas são postas em sacos, maceradas em tanques e depois drenadas e lavadas. São então postas ao sol para secar até alcançar suas características finais.</p>
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		<title>maracujá (azedo?)</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 16:54:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<category><![CDATA[maracujá]]></category>

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foto: Maria Capai/ Usina de Imagem
pra minha felicidade, São Paulo não se cansa de me apresentar boas coisas. assim foi com o maracujá. já havia estranhado a plaquinha que sinalizava &#8220;maracujá azedo&#8221;. afinal, quem não sabe que maracujá é azedo? pois é, descobri que era eu quem não sabia que havia também um &#8220;maracujá doce&#8221;. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/08/maracujadoce.jpg"><img src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/08/maracujadoce.jpg?w=300" border="0" alt="" /></a><br />
<span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:85%;"><a href="http://www.usinadeimagem.com.br/"><span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="color:#336666;"><span style="color:#999999;">foto: Maria Capai/ Usina de Imagem</span></span></span></a></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p>pra minha felicidade, São Paulo não se cansa de me apresentar boas coisas. assim foi com o maracujá. já havia estranhado a plaquinha que sinalizava &#8220;maracujá azedo&#8221;. afinal, quem não sabe que maracujá é azedo? pois é, descobri que era eu quem não sabia que havia também um &#8220;maracujá doce&#8221;. bem mais caro que o primeiro, mas tão bom&#8230; experimentei nesse final de semana e desde então ando com desejo de comê-lo assim, de colherinha, em todos os cafés da manhã. experimentem, aposto que vão adorar mastigar essas doces sementinhas!</p>
<p>trouxe do site do Hortifruti (simpática empresa da minha terra) algumas informações sobre a família do maracujá.</p>
<p><span style="color:#cc6600;font-family:verdana;font-size:85%;">Nome Científico: Passiflora abata<br />
Nome Família: Passifloráceas</span></p>
<p>Fruto brasileiríssimo, mais claramente nordestino, o maracujá prospera facilmente em quase todo o Brasil. É uma fruta globóide, amarela, de até 10 cm de diâmetro e com peso de entre 60 e 300 gramas. A casca é dura, amarela, roxo-esverdeada ou avermelhada, quando maduro. A polpa é amarela, de sabor ácido e tem numerosas sementes pretas achatadas, recobertas por uma textura gelatinosa, translúcida, polposa e suculenta. Existem diversas variedades de maracujá, e as mais comuns são: maracujá-roxo, maracujá-amarelo, maracujá-doce, maracujá-melão, maracujá-açu, maracujá-urucu, maracujá-laranja, maracujá-maçã, etc.<span style="color:#cc6600;font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"> </span></p>
<p><span style="color:#cc6600;font-family:verdana;font-size:85%;"><strong>Curiosidade</strong></span><span style="color:#cc6600;font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"><br />
</span> <span style="color:#cc6600;font-family:verdana;font-size:85%;">As folhas e o suco do maracujá contêm passiflorina, um sedativo fraco. ajuda a combater a ansiedade. O chá preparado com as folhas tem efeito diurético e suas sementes atuam como vermífugos. Maracujá, na língua tupi, quer dizer &#8220;alimento dentro da cuia&#8221; Rico em vitamina C, importante para evitar infecções, dar resistência aos vasos sanguíneos, evitar fragilidade dos ossos e má formação dos dentes. O fruto do maracujá pode pesar desde algumas gramas até 3 quilos, como é o caso do maracujá-melão. </span></p>
<p><span style="color:#cc6600;font-family:verdana;font-size:85%;"><strong>Propriedades Nutricionais</strong></span><span style="color:#cc6600;font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"><br />
</span> <span style="color:#cc6600;font-family:verdana;font-size:85%;">O maracujá é uma fruta rica em Vitamina C e Niacina (vitamina do Complexo B). Contém também boas quantidades de Ferro, Cálcio, Fósforo e Fibras.</span></p>
<p><span style="color:#cc6600;font-family:verdana;font-size:85%;"><strong>Propriedades Medicinais</strong></span><span style="color:#cc6600;font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"><br />
</span> <span style="color:#cc6600;font-family:verdana;font-size:85%;">Contém uma substância sedativa, chamada passiflorina, indicada como calmante. Já suas folhas são usadas para combater febres e inflamações da pele sem infecções.</span></p>
<p><span style="color:#cc6600;font-family:verdana;font-size:85%;"><strong>Valor Calórico</strong></span><span style="color:#cc6600;font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"><br />
</span> <span style="color:#cc6600;font-family:verdana;font-size:85%;">100 gramas de maracujá fornecem 90 calorias.</span></p>
<p><span style="color:#cc6600;font-family:verdana;font-size:85%;"><strong>Como Comprar</strong></span><span style="color:#cc6600;font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"><br />
</span> <span style="color:#cc6600;font-family:verdana;font-size:85%;">Escolha o de casca brilhante, lisa e firme, sem rachaduras ou manchas. Ele está maduro quando ceder a pressão dos dedos sem romper a casca.</span> <span style="color:#996633;font-size:100%;"></span></p>
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		<title>flor de sal</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 22:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>maria</dc:creator>
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		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[flor de sal]]></category>
		<category><![CDATA[salinas]]></category>

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menos de duas horas de vôo separam São Paulo de Vitória, cidade de onde vim. perto não?! mas apesar da pouca distância e de Vitória também ser uma capital, não são poucas as coisas que encontramos aqui em São paulo e das quais sequer ouvimos falar por lá. ficando apenas no âmbito da cozinha, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:85%;"> </span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-212" title="flor de sal br" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2009/08/flor-de-sal-br1.jpg" alt="flor de sal br" width="289" height="221" /></p>
<p><span style="font-family:trebuchet ms;">menos de duas horas de vôo separam São Paulo de Vitória, cidade de onde vim. perto não?! mas apesar da pouca distância e de Vitória também ser uma capital, não são poucas as coisas que encontramos aqui em São paulo e das quais sequer ouvimos falar por lá. ficando apenas no âmbito da cozinha, um bom exemplo é a flor de sal. pode parecer corriqueiro para alguns mas o fato é que trata-se de um produto que chegou <span style="font-family:trebuchet ms;">ao mercado brasileiro </span><span style="font-family:trebuchet ms;">em 2004 (se a internet não me enganou&#8230;) e passados cinco anos ainda não é amplamente conhecido.<br />
busquei um texto que falasse um pouquinho sobre a flor de sal e publico abaixo um trecho de uma matéria da Revista Gula/2004:</span></span></p>
<p>&#8220;<em>&#8230; A flor do sal é fruto de uma harmoniosa associação entre a água do mar, o sol e o vento. Essa fina película que se deposita na superfície das salinas possui sabor distinto e perfume suave de violeta. Cabe ao homem colher cuidadosamente os cristais desse ouro branco.<br />
Sua aplicação na cozinha como toque final tem o dom de valorizar divinamente o gosto da comida. Mas não são apenas os pratos salgados que ganham com seu uso. Cozinheiros mais ousados andam explorando a antiga parceria do açúcar com o sal, dessa vez utilizando as propriedades delicadas da flor do sal. O desejado ingrediente deu origem a deliciosas receitas, entre elas a de trufas de chocolate meio amargo e caramelo, que já faz sucesso nos Estados Unidos.<br />
Algumas das salinas mais famosas estão na França. A região de Guérande, na Bretanha, na costa atlântica do noroeste francês, destaca-se mundialmente pela excelência da flor do sal que produz. O produto é coletado por artesãos chamados paludiers. Eles seguem o método tradicional de extração, uma técnica desenvolvida pelos povos celtas há cerca de 2 000 anos. &#8220;Varrem&#8221; a especialidade do topo dos montes de sal com um ancinho especial. A coleta é diária e realizada durante o verão, quando as condições meteorológicas são mais favoráveis à cristalização do sal por meio da evaporação.<br />
Camargue, no litoral mediterrâneo da França, também oferece os raros cristais. Portugal é outro produtor de prestígio. As peças, isto é, os reservatórios de água do mar que compõem as salinas, localizam-se na costa atlântica do Algarve. São necessários aproximadamente 80 quilos de sal marinho bruto para produzir 1 quilo dos caríssimos cristais de flor do sal, que chegam a custar quatro vezes mais que o sal marinho. Antes de secar completamente ao sol, a flor do sal apresenta uma coloração rosada, conseqüência do material, normalmente o barro, com que são construídos os tanques para abrigar a água salgada. O movimento desse líquido nas salinas ocorre em virtude da gravidade. À medida que secam, os cristais da flor do sal vão ganhando a brancura que lhes é peculiar.<br />
Sem sofrer qualquer tipo de processamento, são embalados diretamente depois da coleta. Fonte natural de potássio, cálcio, cobre, zinco, magnésio &#8211; elemento que não está presente no sal marinho industrializado&#8230;&#8221;</em></p>
<p style="font-family:trebuchet ms;" align="justify">para rápida comparação, o sal marinho que consumimos passa por um processo de lavagem, centrifugação, secagem por calor de combustão, moagem e ainda está sujeito a processos  químicos de branqueamento.</p>
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