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	<title>Diga Maria! &#187; Manoel Português</title>
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	<description>Vamos compartilhar receitas e pequenas descobertas do dia-a-dia?!</description>
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		<title>pastel do Português, por Maria, Lud e Aline</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 14:09:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma adaptação, ao acaso e menos gordurosa, ao famoso pastel do Português.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1195" href="http://digamaria.com.br/archives/1194/pastel-do-portugues-01"><img class="alignnone size-full wp-image-1195" title="pastel do portugues 01" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/03/pastel-do-portugues-01.jpg" alt="pastel do portugues 01" width="552" height="468" /></a></p>
<p><span style="font-family: verdana;">No início do ano publiquei um <span style="color: #993300;"><a href="http://digamaria.com.br/archives/899">post</a></span> com a receita do pastel do Português, um clássico de Iriri, sul do estado do Espírito Santo. Em posse dessa preciosidade e na boa companhia de duas amigas tão fãs quanto eu do dito pastel, não tardamos em reproduzí-lo na nossa própria cozinha. Batemos a massa, deixamos descansar como manda a receita e partimos para os primeiros pasteizinhos. Antes mesmo de experimentá-los notamos que o aspecto estava mais parecido com o pastel de feira que com aquele lisinho servido pelo Manoel Português. Mas na primeira mordida sentimos aquela textura macia que nos era tão familiar. Acertamos! Mas por que a diferença no aspecto&#8230;? Pensamos e resolvemos repassar os ingredientes:</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">- farinha<br />
<span style="font-family: verdana;">- ok<br />
<span style="font-family: verdana;">- ovos<br />
<span style="font-family: verdana;">- ok<br />
<span style="font-family: verdana;">- manteiga<br />
<span style="font-family: verdana;">- ok<br />
<span style="font-family: verdana;">- leite morno<br />
<span style="font-family: verdana;">- ok<br />
- fermento<br />
- ok<br />
<span style="font-family: verdana;">- óleo<br />
<span style="font-family: verdana;">- eu não coloquei óleo! tem na receita?</span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Parecia que tínhamos descoberto o motivo da massa não ter ficado lisinha. Mas para nossa surpresa e felicidade, quando abrimos e fritamos a segunda rodada de pastéis lá estavam eles, com o mesmo sabor e a mesma aparência, lisinhos e super recheados. E com 1/2 copo americano a menos de óleo! Ou seja, ao que tudo indica,a  diferença estava apenas no tempo de descanso da massa.<br />
</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Segue então a receita que fizemos. Ah, originalmente eles são mais clarinhos que os da foto (basta fritar por menos tempo)!</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;"><a rel="attachment wp-att-1199" href="http://digamaria.com.br/archives/1194/pastel-do-portugues-02-2"><img class="alignnone size-full wp-image-1199" title="pastel do portugues 02" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/03/pastel-do-portugues-021.jpg" alt="pastel do portugues 02" width="288" height="286" /></a><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Ingredientes (para 8 pastéis grandes ou vários pequenos)<br />
1 Kg de farinha de trigo<br />
2 ovos<br />
1 colher de sopa de manteiga<br />
2 copos (americanos) de leite morno<br />
1 colher de sal<br />
50 g de fermento fresco<br />
recheio de sua preferência (nós fizemos dois tipos, um de queijo e outro de siri)</span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Modo de fazer<br />
<span style="font-family: verdana;">Nós batemos na panificadora, no ciclo &#8220;massa&#8221;. Mas para fazer na mão é simples: num recipiente plástico misture os ovos, a manteiga, o fermento e o leite morno. Quando o fermento estiver dissolvido, acrescente aos poucos o trigo. O ponto certo da massa é quando ela começar a soltar do fundo da tigela. Cubra com um pano de prato e deixe descansar por 40 minutos. Abra a massa (quanto mais fina melhor), recheie, corte e frite em óleo quente.</span></span></p>
<p><span style="font-family: verdana;">Dica da amiga Melina para a temperatura do óleo: para saber a temperatura ideal do óleo basta ter um pedacinho de erva fresca (pode ser cebolina, salsinha, hortelã, etc&#8230;); espere esquentar um pouco o óleo e coloque a folhinha. Se ela estalar está perfeito. Se não, espere até ela fazer aquela borbulhinha na folhinha!</span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;"><span style="font-family: verdana;">outros pastéis</span></span></strong></span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;"><strong><span style="color: #888888;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span></strong></span></span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 116px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/84"><img title="pastelparasonia.jpg?w=300" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/09/pastelparasonia.jpg?w=300" alt="pastel de feira" width="106" height="79" /></a></strong><p class="wp-caption-text">pastel de feira</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 183px"><strong><a href="http://digamaria.com.br/archives/899"><img title="pastel-com-moqueca1-300x113.jpg" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/01/pastel-com-moqueca1-300x113.jpg" alt="pastel do português (receita original)" width="173" height="63" /></a></strong><p class="wp-caption-text">pastel do português (receita original)</p></div>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>pastel com moqueca</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 19:31:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Talvez você tenha pensado que essa combinação é coisa de paulista. Mas não; é coisa de português!
Tradicionalíssimo entre os frequentadores de Iriri/ES, o restaurante do Manoel, o Português, serve a mais farta moqueca que já comi. Chegou em Iriri há décadas para trabalhar como pedreiro. Anos depois abriu com seu irmão uma portinha para vender [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-781" title="pastel com moqueca" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/01/pastel-com-moqueca.jpg" alt="pastel com moqueca" width="555" height="209" /></p>
<p><span style="color: #003300;"><span style="font-family: verdana;">Talvez você tenha pensado que essa combinação é coisa de paulista. Mas não; é coisa de português!</span></span></p>
<p><span style="color: #003300;"><span style="font-family: verdana;">Tradicionalíssimo entre os frequentadores de Iriri/ES, o restaurante do Manoel, o Português, serve a mais farta moqueca que já comi. Chegou em Iriri há décadas para trabalhar como pedreiro. Anos depois abriu com seu irmão uma portinha para vender comida e em pouco tempo edificou pelas próprias mãos o hotel onde hoje funciona o restaurante. Nas paredes, banners, quadros, freezers e uma pequena TV (que sempre pergunto se pode ser desligada) convivem em relativa harmonia. O ambiente abafado cercado de janelas, refrescado por ventiladores de teto e habitado por móveis de madeira escura não deve ser analisado, mas sim vivido. Com as mesas sempre cheias, mas raramente com fila de espera, somos atendidos logo ao sentar. Uma folha de papel branco é colocada sobre a toalha vermelha e o cardápio nos é ofertado. Além de moquecas e peixe frito há a opção de refeições com carne de boi, de frango e de porco, além de omelete. Todas são boas, mas não gastamos tempo com as letrinhas, repetindo sempre a mesma pergunta: &#8220;qual peixe está especial?&#8221;. Robalo, badejo ou dourado, uma dessas opções, ou as três, certamente estará vistosa e fresca.</span><br />
</span> <span style="color: #cc6600;"><span style="font-family: verdana;"><span style="color: #003300;">Pedido feito, em menos de cinco minutos os pastéis e a salada já estão à nossa frente. E esse é sempre o primeiro e maravilhoso indício que o restante já se encontra a caminho! Alguns minutinhos depois chegam à mesa a moqueca, o molho de camarão pedido à parte, o arroz, o pirão e as batatas fritas. Sim, batatas fritas fazem parte dessa refeição sem que você precise pedí-las! E não são quaisquer batatas, são aquelas de antigamente, cortadas na cozinha sem passar pelo congelador. Tudo está sempre fresquinho, no ponto certo de cozimento, com o mesmo tempero. E enquanto nos fartamos, sempre passa alguém pra perguntar se precisamos de mais alguma coisa. </span><span style="color: #cc6600;"><span style="font-family: verdana;"><span style="color: #003300;">Nunca falta nada mas se por acaso você quiser mais uma porção disso ou daquilo, saiba que não virá cobrada na conta.<br />
</span> <span style="color: #cc6600;"><span style="font-family: verdana;"><span style="color: #003300;">A moqueca de peixe mais cara, com molho de camarão e todos os acompanhamentos, perfeita para quatro pessoas, custa R$67!  Mas mais do que a fartura e o preço, o que realmente me impressiona é que o cardápio é o mesmo há pelo menos 20 anos! E desde sempre recordo de comer a mesma moqueca, o mesmo pastelzinho, a mesma batata frita! Sempre com o mesmo entusiasmo!</span><br />
</span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><span style="font-family: verdana;">Em memória ao Manoel Português que, graças aos seus pasteizinhos e à sua batata frita, me ensinou a gostar de moqueca.</span></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><span style="font-family: verdana;"><strong>outras sugestões</strong></span></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 108px"><a href="http://digamaria.com.br/archives/60"><img title="salmaocomlaranja02.jpg" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/08/salmaocomlaranja02.jpg" alt="salmão com laranja" width="98" height="73" /></a><p class="wp-caption-text">salmão com laranja</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 148px"><a href="http://digamaria.com.br/archives/74"><img title="restaurantelodecharlie.jpg" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/09/restaurantelodecharlie.jpg" alt="Charlie e o ceviche" width="138" height="89" /></a><p class="wp-caption-text">Charlie e o ceviche</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 131px"><a href="http://digamaria.com.br/archives/408"><img title="peixe-com-farofa-de-banana11.jpg" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2009/10/peixe-com-farofa-de-banana11.jpg" alt="peixe assado" width="121" height="89" /></a><p class="wp-caption-text">peixe assado</p></div>
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