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	<title>Diga Maria! &#187; português</title>
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	<description>Vamos compartilhar receitas e pequenas descobertas do dia-a-dia?!</description>
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		<title>pastel do Português, Iriri/ES</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 02:22:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Receita do famoso pastel do Português, um clássico de Iriri, balneário no sul do Espírito Santo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">Olá, queridos leitores! </span></span><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">Provavelmente em função da matéria exibida pela Rede Gazeta</span></span><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">, percebi que muitas pessoas estão buscando aqui a receita do pastel de Iriri, o famoso pastel do Português. </span></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">Assim como muitos de vocês, eu também fiquei eufórica com a possibilidade de reproduzir em casa esse pastel delicioso cujo sabor faz parte da minha infância. E por isso cliquei até achá-la já que não pude assistir o programa! </span></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">Segue abaixo a receita exibida hoje no <a href="http://gazetaonline.globo.com/index.php?id=/local/tv_gazeta/escomunidade/index.php" target="_blank"><span style="color: #333333;">ES Comunidades</span></a>. E quem quiser notícias de quando eu a fizer e publicar com fotos aqui no blog, basta enviar um e-mail para diga@digamaria.com.br e eu avisarei.</span></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;"><a href="http://digamaria.com.br/archives/773"><img class="alignnone size-medium wp-image-903" title="pastel com moqueca" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/01/pastel-com-moqueca1-300x113.jpg" alt="pastel com moqueca" width="300" height="113" /></a><br />
</span></span></p>
<p><span style="color: #993300;"><span style="font-family: verdana;">Além da receita, aqui tem um <a href="http://digamaria.com.br/archives/773" target="_self"><span style="color: #333333;">post</span></a> que escrevi recentemente sobre o restaurante do Português.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Ingredientes para 8 pastéis grandes<br />
1 Kg de farinha de trigo<br />
2 ovos<br />
1 colher de sopa de margarina<br />
2 copos (americanos) de leite morno<br />
1 colher de sal<br />
50 g de fermento fresco<br />
1/2 copo de óleo<br />
recheio de sua preferência (eles servem de carne, queijo e presunto, camarão e camarão com queijo; eu prefiro de queijo!!)</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Modo de fazer<br />
Num recipiente plástico misture os ovos, a margarina, o fermento, o leite morno e o óleo. Quando o fermento estiver dissolvido, acrescente aos poucos o trigo. O ponto certo da massa é quando ela começar a soltar do fundo da tigela. Cubra com um pano de prato e deixe descansar por 20-30 minutos. Abra a massa, recheie, corte e frite em óleo quente.</span></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><span style="font-family: verdana;">Dica da amiga Melina para a temperatura do óleo: uma boa tática </span><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">para saber a temperatura ideal do óleo </span><span style="font-family: &quot;Trebuchet MS&quot;,sans-serif;">é ter um pedacinho de erva fresca [pode ser cebolina, salsinha, hortelã, etc...]; espere esquentar um pouco o óleo e coloque a folhinha. Se ela estalar está perfeito. Se não, espere até ela fazer aquela borbulhinha na folhinha!</span></span></p>
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		<title>pastel com moqueca</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 19:31:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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Talvez você tenha pensado que essa combinação é coisa de paulista. Mas não; é coisa de português!
Tradicionalíssimo entre os frequentadores de Iriri/ES, o restaurante do Manoel, o Português, serve a mais farta moqueca que já comi. Chegou em Iriri há décadas para trabalhar como pedreiro. Anos depois abriu com seu irmão uma portinha para vender [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-781" title="pastel com moqueca" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2010/01/pastel-com-moqueca.jpg" alt="pastel com moqueca" width="555" height="209" /></p>
<p><span style="color: #003300;"><span style="font-family: verdana;">Talvez você tenha pensado que essa combinação é coisa de paulista. Mas não; é coisa de português!</span></span></p>
<p><span style="color: #003300;"><span style="font-family: verdana;">Tradicionalíssimo entre os frequentadores de Iriri/ES, o restaurante do Manoel, o Português, serve a mais farta moqueca que já comi. Chegou em Iriri há décadas para trabalhar como pedreiro. Anos depois abriu com seu irmão uma portinha para vender comida e em pouco tempo edificou pelas próprias mãos o hotel onde hoje funciona o restaurante. Nas paredes, banners, quadros, freezers e uma pequena TV (que sempre pergunto se pode ser desligada) convivem em relativa harmonia. O ambiente abafado cercado de janelas, refrescado por ventiladores de teto e habitado por móveis de madeira escura não deve ser analisado, mas sim vivido. Com as mesas sempre cheias, mas raramente com fila de espera, somos atendidos logo ao sentar. Uma folha de papel branco é colocada sobre a toalha vermelha e o cardápio nos é ofertado. Além de moquecas e peixe frito há a opção de refeições com carne de boi, de frango e de porco, além de omelete. Todas são boas, mas não gastamos tempo com as letrinhas, repetindo sempre a mesma pergunta: &#8220;qual peixe está especial?&#8221;. Robalo, badejo ou dourado, uma dessas opções, ou as três, certamente estará vistosa e fresca.</span><br />
</span> <span style="color: #cc6600;"><span style="font-family: verdana;"><span style="color: #003300;">Pedido feito, em menos de cinco minutos os pastéis e a salada já estão à nossa frente. E esse é sempre o primeiro e maravilhoso indício que o restante já se encontra a caminho! Alguns minutinhos depois chegam à mesa a moqueca, o molho de camarão pedido à parte, o arroz, o pirão e as batatas fritas. Sim, batatas fritas fazem parte dessa refeição sem que você precise pedí-las! E não são quaisquer batatas, são aquelas de antigamente, cortadas na cozinha sem passar pelo congelador. Tudo está sempre fresquinho, no ponto certo de cozimento, com o mesmo tempero. E enquanto nos fartamos, sempre passa alguém pra perguntar se precisamos de mais alguma coisa. </span><span style="color: #cc6600;"><span style="font-family: verdana;"><span style="color: #003300;">Nunca falta nada mas se por acaso você quiser mais uma porção disso ou daquilo, saiba que não virá cobrada na conta.<br />
</span> <span style="color: #cc6600;"><span style="font-family: verdana;"><span style="color: #003300;">A moqueca de peixe mais cara, com molho de camarão e todos os acompanhamentos, perfeita para quatro pessoas, custa R$67!  Mas mais do que a fartura e o preço, o que realmente me impressiona é que o cardápio é o mesmo há pelo menos 20 anos! E desde sempre recordo de comer a mesma moqueca, o mesmo pastelzinho, a mesma batata frita! Sempre com o mesmo entusiasmo!</span><br />
</span></span></span></span></span></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><span style="font-family: verdana;">Em memória ao Manoel Português que, graças aos seus pasteizinhos e à sua batata frita, me ensinou a gostar de moqueca.</span></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><span style="font-family: verdana;"><strong>outras sugestões</strong></span></span></p>
<p><span style="color: #808080;"><span style="font-family: verdana;"> </span></span></p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 108px"><a href="http://digamaria.com.br/archives/60"><img title="salmaocomlaranja02.jpg" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/08/salmaocomlaranja02.jpg" alt="salmão com laranja" width="98" height="73" /></a><p class="wp-caption-text">salmão com laranja</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 148px"><a href="http://digamaria.com.br/archives/74"><img title="restaurantelodecharlie.jpg" src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/09/restaurantelodecharlie.jpg" alt="Charlie e o ceviche" width="138" height="89" /></a><p class="wp-caption-text">Charlie e o ceviche</p></div>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 131px"><a href="http://digamaria.com.br/archives/408"><img title="peixe-com-farofa-de-banana11.jpg" src="http://digamaria.com.br/wp-content/uploads/2009/10/peixe-com-farofa-de-banana11.jpg" alt="peixe assado" width="121" height="89" /></a><p class="wp-caption-text">peixe assado</p></div>
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		<title>eSpresso ou eXpresso?</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 16:43:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria</dc:creator>
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foto: Edson Reis/ Usina de Imagem

 Há poucos dias fiz essa pesquisa. Amo um bom café e?presso mas quando precisei escrever descobri essa dúvida. Descobri também que vários sites e blogs explicam, mas para mim, a melhor e mais bem humorada explicação foi a que o professor Pasquale deu numa entrevista para o Jornal do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/08/cafc3a9expressodaac0332.jpg"><img src="http://digamaria.files.wordpress.com/2009/08/cafc3a9expressodaac0332.jpg?w=300" border="0" alt="" /></a></p>
<div style="text-align:left;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:85%;"></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-family:verdana;"><a href="http://www.usinadeimagem.com.br/"><span style="font-family:trebuchet ms;"><span style="color:#336666;"><span style="color:#999999;">foto: Edson Reis/ Usina de Imagem</span></span></span></a></span></p>
<p></span></span></div>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size:85%;"><span style="font-size:85%;"> </span></span><span style="font-family:verdana;">Há poucos dias fiz essa pesquisa. Amo um bom café e?presso mas quando precisei escrever descobri essa dúvida. Descobri também que vários sites e blogs explicam, mas para mim, a melhor e mais bem humorada explicação foi a que o professor Pasquale deu numa entrevista para o Jornal do Café. Publico aqui alguns trechinhos e, para os mais curiosos ou interessados pelo assunto, o link para a <span style="color: #333300;"><a href="http://docs.google.com/gview?a=v&amp;q=cache%3AhZswaEGKA-4J%3Aabic.com.br%2Fjcafe%2Fjcafe_ed168_p26a27.pdf">entrevista</a></span>.<br />
<span style="font-weight:bold;"> </span></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-family:verdana;">Com a palavra, professor Pasquale:</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-family:verdana;">Recorramos ao grande dicionário italiano Garzanti e vejamos o que a obra diz em &#8220;espresso&#8221;: Diz-se de alimento ou bebida que se prepara na hora, a pedido do cliente. Exemplos: &#8220;piatto espresso&#8221; e &#8220;caffè espresso&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-family:verdana;">Mas estamos no Brasil, portanto em português o café rápido, feito na hora, em belas máquinas italianas, só pode mesmo ser &#8220;expresso&#8221;, com &#8220;x&#8221;, já que &#8211; não custa repetir &#8211; na nossa língua não temos a palavra &#8220;espresso&#8221;.</span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-family:verdana;">Agora, cá entre nós (e que ninguém nos ouça), gosto mesmo é de um &#8220;espresso&#8221;, legítimo, tomado, de preferência, na Itália. Sim, na Itália, porque lá não preciso descabelar-me para pedir um café encorpado, curto, pleno de sabor e de aroma.</span></p>
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